Frase do dia

  • “Frustração que os portugueses sentem não é a da Constituição, mas a do seu incumprimento”, António José Seguro
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Um ‘ator’ inesperado roubou toda a atenção durante uma encenação de a ‘Paixão de Cristo’, em Sapiranga, no Brasil – e, diga-se, com uma entrega dramática digna de prémio.

No momento em que a história atingia um dos seus pontos mais intensos – com Jesus a ser castigado e a carregar a cruz – um cão decidiu que aquilo já estava a ir longe demais… e entrou em palco como quem diz: “calma lá com isso”.

Sem convite, sem ensaios e claramente sem cachet, o animal aproximou-se dos actores que representavam os soldados e começou a reagir como se estivesse, de facto, a tentar proteger Jesus. O público, dividido entre emoção e gargalhadas, assistia a uma versão alternativa da história – com reforço canino.

A situação ainda foi controlada pela equipa, mas o figurante de quatro patas não deu o assunto por encerrado. Voltou a entrar em cena durante a crucificação e, para fechar com chave de ouro, reapareceu no final, nos aplausos, como quem exige reconhecimento pelo seu papel na narrativa.

E houve mesmo direito a final feliz: já com o espetáculo encerrado, o cão acabou nos braços de um dos atores, tranquilo, como se soubesse que tinha cumprido a sua missão – salvar Jesus… ou pelo menos tentar.

Apesar da invasão, o espetáculo seguiu sem interrupções – até porque, convenhamos, ninguém teve coragem de cortar a participação do único elemento que parecia realmente indignado com o rumo da história. Nas redes sociais, a interpretação foi quase unânime: desta vez, Jesus não esteve sozinho — contou com um fiel escudeiro… de quatro patas.

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