Frase do dia

  • “Frustração que os portugueses sentem não é a da Constituição, mas a do seu incumprimento”, António José Seguro
  • “Frustração que os portugueses sentem não é a da Constituição, mas a do seu incumprimento”, António José Seguro
  • “Frustração que os portugueses sentem não é a da Constituição, mas a do seu incumprimento”, António José Seguro
  • “Frustração que os portugueses sentem não é a da Constituição, mas a do seu incumprimento”, António José Seguro
  • “Frustração que os portugueses sentem não é a da Constituição, mas a do seu incumprimento”, António José Seguro
  • “Frustração que os portugueses sentem não é a da Constituição, mas a do seu incumprimento”, António José Seguro
  • “Frustração que os portugueses sentem não é a da Constituição, mas a do seu incumprimento”, António José Seguro
  • “Frustração que os portugueses sentem não é a da Constituição, mas a do seu incumprimento”, António José Seguro
  • “Frustração que os portugueses sentem não é a da Constituição, mas a do seu incumprimento”, António José Seguro
  • “Frustração que os portugueses sentem não é a da Constituição, mas a do seu incumprimento”, António José Seguro
  • “Frustração que os portugueses sentem não é a da Constituição, mas a do seu incumprimento”, António José Seguro
  • “Frustração que os portugueses sentem não é a da Constituição, mas a do seu incumprimento”, António José Seguro
  • “Frustração que os portugueses sentem não é a da Constituição, mas a do seu incumprimento”, António José Seguro
  • “Frustração que os portugueses sentem não é a da Constituição, mas a do seu incumprimento”, António José Seguro
  • “Frustração que os portugueses sentem não é a da Constituição, mas a do seu incumprimento”, António José Seguro
  • “Frustração que os portugueses sentem não é a da Constituição, mas a do seu incumprimento”, António José Seguro
  • “Frustração que os portugueses sentem não é a da Constituição, mas a do seu incumprimento”, António José Seguro
Search

O treinador de andebol do Sporting, Ricardo Costa, de 44 anos, falou, pela primeira vez, sobre a polémica causada por um “cheiro intenso” no balneário do Dragão Arena, onde os leões e azuis e brancos se defrontaram. O técnico garante que tinha as tensões a 17-10, quando foi assistido pelas equipas de emergência e negou ter-se aproveitado da situação.

“Não admito que coloquem em causa o meu profissionalismo, quando me acusam de ter abandonado os meus atletas. Ando no desporto há mais de 30 anos, fui insultado em muitos pavilhões e convivo bem com isso. Não convivo bem com ataques à minha integridade. Não desejo a ninguém aquilo que passei. Mas o que não nos mata, torna-nos mais fortes. Acredito muito nesta máxima”, disse Ricardo Costa, após a vitória leonina frente ao Wisla Plock, um jogo a contar para a Liga dos Campeões de andebol.

O treinador recordou o episódio vivido na semana passada, assumindo que tinha as tensões a 17-10, quando chegou à ambulância onde foi assistido: “A médica deu-me um comprimido e disse-me: ‘você tem de se acalmar’. O jogo começou, fui sentar-me à porta do balneário, num corredor, a ver o jogo com o Moga. Colocar o Moga… não sei se vocês sabem de onde é o Moga. Não sabem o que se passa no Congo? é um guerreiro, um lutador… jamais faria um exercício de circo. Não fizemos circo nenhum! Sentimo-nos mal. Não sou nenhum polícia, não trabalho no Ministério Público, sei o que me aconteceu, tive um problema de saúde e não pude ir a jogo. É isso que eu sei, não sei mais nada.”

Ricardo Costa garante que esteve apenas 40 segundos dentro do balneário, mas foi o suficiente para se sentir muito mal. “Pedi ajuda, vieram os bombeiros e disseram que iam levar-me para o hospital. Fiquei na ambulância com a médica. Passaram pessoas por mim a dizer que íamos jogar. Eu disse: ‘Carlos Carneiro [diretor do andebol do Sporting], eu não tenho condições para tomar decisões. O que vocês decidirem, está bem’. Eu não queria jogar. Perguntei à doutora: ‘Posso ir?’ Ela respondeu: ‘Quer ter um ataque cardíaco?’ Eu disse que não e fiquei ali sentado. E celebrei. Claro que celebrei e irei celebrar. Mesmo que esteja morto, vou celebrar sempre!”

Recorde-se que o clássico de andebol entre o FC Porto e o Sporting, no Dragão Arena, disputado no sábado, dia 28, sofreu um atraso de cerca de 15 minutos devido ao “cheiro intenso” no balneário da equipa leonina. O jogador Christian Moga e o treinador Ricardo Costa tiveram de receber assistência médica e foram posteriormente transportados para o hospital.

Recomendado para si