Frase do dia

  • “Rui Borges é muito inteligente. Mais do que aquilo que as pessoas pensam”, José Mourinho
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No Dragão, às vezes, o barulho não vem do golo: vem do silêncio que fica depois dele. Este 2-2 com o Famalicão teve esse som raro e cruel, o de um estádio inteiro a perceber, ao mesmo tempo, que um empate pode pesar como uma derrota.

O FC Porto entrou líder da Liga, com vantagem sobre Sporting e Benfica, e recebeu um adversário confortável no 5.º lugar, mas saiu da noite de sábado com a sensação de ter aberto a porta que julgava meio fechada. Antes do jogo, os dragões lideravam com 72 pontos, contra 68 do Sporting e 65 do Benfica; com este empate, passam aos 73, mas deixam margem para os rivais se chegarem outra vez à frente do espelho do título. O Sporting já tinha vencido o Santa Clara, por 4-2, na sexta-feira, e o Benfica ainda joga na segunda-feira com o Casa Pia.

O enredo foi daqueles que iludem. Alberto Costa marcou aos 35 minutos e deu ao FC Porto a aparência de equipa em controlo, dona do jogo e do destino. Mas o Famalicão nunca aceitou o papel de figurante e empatou, já na segunda parte, por Sorriso, aos 54′.

Depois, quando o relógio já parecia escrito para um desfecho nervoso, Fofana fez o 2-1, aos 90+1, e o Dragão soltou um grito de alívio, desses que cheiram a campeonato. Só que o futebol, quando quer ser irónico, é de uma precisão cirúrgica: aos 90+9, Rodrigo Pinheiro empatou e gelou o Dragão, que estava quase lotado: 47.562 espectadores.

Há empates que somam um ponto e há empates que distribuem esperança. Este pertence à segunda categoria. Os dragões continuam na frente, sim, mas este sábado o campeonato pode ter mudado de rumo. O Sporting, que na véspera fizera o seu trabalho, volta a sentir o título à distância de um esticão. E o Benfica, ainda com a jornada por cumprir, olha agora para a tabela como quem reencontra uma avenida onde via um beco.

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