Frase do dia

  • “Utilizou todas as formas de mentira”, Pacheco Pereira sobre André Ventura, no discurso dos 50 anos da Constituição
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António José Seguro, de 64 anos, iniciou esta segunda-feira, dia 6, a primeira Presidência Aberta do seu mandato com uma deslocação à zona Centro, nas regiões mais atingidas pelas recentes tempestades. A iniciativa, anunciada por Belém em meados de março, abrange os distritos de Castelo Branco, Coimbra, Leiria e Santarém e foi apresentada como uma ação de escuta no terreno, destinada a “testemunhar os impactos das intempéries” e a avaliar necessidades de resposta e recuperação.

O primeiro dia de Seguro, que tomou posse como XXI Presidente da República a 9 de março, menos de um mês antes do arranque desta jornada, começou na Sertã, onde procurou colar o tom político da iniciativa a uma ideia de proximidade e consequência. Nas primeiras declarações, afirmou que “uma parte dos problemas persistem” e assumiu que o “propósito é fazer acelerar esses apoios”, defendendo que a deslocação presidencial não deve limitar-se a um gesto simbólico. “Ouço primeiro. Falo sempre depois”, disse ainda, acrescentando que “o País não pode ter memória curta para uma tragédia tão grande”.

O Presidente da República recusou fazer juízos precipitados sobre a resposta já dada no terreno pelo governo AD. “Não tenho uma visão a preto e branco das situações”, esclareceu, sublinhando que quer ouvir todas as partes antes de tirar conclusões. Na frase politicamente mais marcante da manhã, Seguro resumiu o objetivo desta Presidência Aberta com uma fórmula de forte carga social: “Quero que esta semana seja para dar voz a quem perdeu a voz.”

Ao mesmo tempo, o Chefe de Estado deixou um apelo económico e cívico, pedindo aos portugueses que escolham estas zonas para férias, como “gesto de solidariedade” capaz de ajudar à recuperação local.

A visita arrancou sob protesto popular, recorde-se. Antes de chegar a uma unidade hoteleira afetada pela tempestade, Seguro saiu do carro para ouvir moradores que reclamavam da situação de um troço da Estrada Nacional 2, em Pedrógão Pequeno, e da demora nos apoios. Perante as queixas, prometeu levar o assunto ao encontro semanal com o primeiro-ministro, Luís Montenegro. Mais tarde, anunciou ainda que vai promover, já na próxima semana, uma reunião com especialistas para apurar o que “correu mal ou menos bem” no apoio imediato às populações, numa tentativa de retirar consequências práticas da primeira grande operação política do seu mandato presidencial.

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