Frase do dia

  • “Eu e Mourinho estamos em sintonia”, Rui Costa
  • “Eu e Mourinho estamos em sintonia”, Rui Costa
  • “Eu e Mourinho estamos em sintonia”, Rui Costa
  • “Eu e Mourinho estamos em sintonia”, Rui Costa
  • “Eu e Mourinho estamos em sintonia”, Rui Costa
  • “Eu e Mourinho estamos em sintonia”, Rui Costa
  • “Eu e Mourinho estamos em sintonia”, Rui Costa
  • “Eu e Mourinho estamos em sintonia”, Rui Costa
  • “Eu e Mourinho estamos em sintonia”, Rui Costa
  • “Eu e Mourinho estamos em sintonia”, Rui Costa
  • “Eu e Mourinho estamos em sintonia”, Rui Costa
  • “Eu e Mourinho estamos em sintonia”, Rui Costa
  • “Eu e Mourinho estamos em sintonia”, Rui Costa
  • “Eu e Mourinho estamos em sintonia”, Rui Costa
  • “Eu e Mourinho estamos em sintonia”, Rui Costa
  • “Eu e Mourinho estamos em sintonia”, Rui Costa
  • “Eu e Mourinho estamos em sintonia”, Rui Costa
Search

O quartel da Real Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Famalicenses foi alvo de buscas durante quase um dia inteiro pela Polícia Judiciária (PJ) de Braga, após terem recebido denúncias de um esquema de desvio de dinheiro praticado pela liderança da corporação.

Durante as buscas, as autoridades apreenderam diversos documentos que poderão solidificar as suspeitas de crimes de corrupção, peculato e de favorecimento de empresas conectadas a dirigentes destes Bombeiros Voluntários. Os suspeitos terão preenchido escalas com pessoas “fantasma”, que não estavam em serviço.

Em concreto, a alegada fraude das escalas envolvia as Equipas de Combate a Incêndios Rurais (ECIN), onde se suspeita terem sido registados nomes de bombeiros que não estavam em serviço. Graças a estes bombeiros “fantasma”, seria possível adquirir ilegalmente verbas estatuais destinadas ao Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR).

A mira da PJ estará apontada a Bruno Alves, o cérebro suspeito desta operação, segundo fontes próximas ao processo, assim avança o Notícias de Famalicão. O comandante assumiu a liderança da corporação em 2014 e as incongruências conseguiram ser escondidas por uma década. Quem passe pelo quartel dos BV Famalicenses, verá escrito: “Chega de corrupção, rua comandante Bruno.” Mas este não é o único envolvido no esquema de corrupção

Ora, segundo uma denúncia de 2024 que chegou ao Ministério Público, a mulher de Alves comprou um supermercado em A-Ver-o-Mar em 2020 e, a partir daí, o quartel terá recebido um aumento invulgar de 20% de receitas nas atividades festivas dos bombeiros.

“A estratégia passaria por organizar o máximo de eventos possíveis – desde sunsets e festas da francesinha a participações nas Marchas Antoninas – para garantir o escoamento de produtos do supermercado da esposa do comandante”, assim acusou a denúncia.

Dois suspeitos parceiros deste esquema de desvio de fundos são, aparentemente, o arquiteto António Meireles e a sua mulher. O casal está diretamente conectado a uma rádio local e a um colégio particular, que terão recebido donativos financeiros daquele quartel.

Quartel esse que, entre dezembro de 2023 e abril de 2024, acumulou cerca de 17 mil euros em dívida para com o supermercado da mulher do comandante. Nos meses de verão de 2024, a “época festiva” que justificaria um maior volume de compras, os valores serão bastante mais elevados.

Recomendado para si