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  • “O Chega nunca vai ultrapassar o PSD”, Hugo Soares
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A publicação tardia do Plano Estratégico de Cuidados Paliativos para o biénio 2025-2026 é o ponto de partida para as duras críticas do Sindicato Independente dos Médicos (SIM), que manifestou “reservas significativas” quanto à exequibilidade do documento. Segundo o sindicato, o atraso na divulgação, apresentada pela Direção Executiva do SNS apenas no final de março de 2026, compromete seriamente o planeamento e a adaptação das equipas no terreno de uma forma realista.

O SIM alerta que o processo levantou dúvidas sobre o impacto real da estratégia, afirmando que os eixos e objetivos surgem de “forma excessivamente genérica”, sem identificação de responsáveis ou metas quantificadas. A estrutura sindical sublinha ainda que a ausência da Comissão Nacional de Cuidados Paliativos, por nomear há mais de um ano, “fragiliza a capacidade de implementação e monitorização de qualquer plano estratégico”, tornando a coordenação efetiva inexistente anulando assim qualquer hipótese de preparação, planeamento e adaptação das equipas e estruturas envolvidas.

Para além das falhas na organização dentro das Unidades Locais de Saúde, onde “coexistem indefinições e falta de reconhecimento do trabalho desenvolvido”, o sindicato exige ao Ministério da Saúde uma maior valorização da carreira médica. O comunicado reforça os alertas da Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos, que classificou o plano como uma mera “declaração de intenções”. Perante este cenário, o SIM desafia a Ordem dos Médicos a criar a especialidade de cuidados paliativos para garantir um percurso formativo estruturado.

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