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  • “O Chega nunca vai ultrapassar o PSD”, Hugo Soares
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O ex-dirigente do Chega Nuno Pardal Ribeiro foi condenado a um ano e três meses de prisão por dois crimes de prostituição infantil, um consumado e outro na forma tentada. A pena fica suspensa mediante o pagamento de uma indemnização no valor de mil e 200 euros.

Segundo o Expresso, a juíza do Tribunal de Cascais suspendeu a pena porque não ficou provado que Nuno Pardal Ribeiro soubesse que a vítima era menor.

O caso ficou conhecido no início de 2025, mas reporta a 2023, quando o antigo dirigente do partido presidido por André Ventura contactou o jovem, de 15 anos, através de uma aplicação de encontros, combinando um encontro com o menor. Os dois praticaram atos sexuais, tendo o ex-dirigente enviado, posteriormente, um código de MbWay para que o adolescente levantasse 20 euros.

O crime foi denunciado à Polícia Judiciária (PJ) pelos pais do menor, depois de terem visto as mensagens que o filho tinha trocado com Nuno Pardal Ribeiro.

O ex-dirigente negou qualquer crime, mas o procurador Manuel dos Santos, do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Cascais, afirmou que “o arguido sabia que o assistente [do processo] tinha 15 anos e era sexualmente inexperiente”.

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