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  • “O Chega nunca vai ultrapassar o PSD”, Hugo Soares
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A ministra da Saúde, de 60 anos, tentou travar a vacinação universal contra a Covid-19 em crianças, durante o ano de 2021, quando ainda exercia funções como bastonária da Ordem dos Farmacêuticos.

A informação consta num parecer técnico enviado pela antiga diretora da Direção‑Geral da Saúde (DGES), Graça Freitas (68). No documento, a Ordem dos Farmacêuticos, que à época era dirigida por Ana Paula Martins, sublinha a ausência de dados sobre os efeitos a longo prazo e a existência de alertas internacionais sobre miocardites – inflamação do músculo cardíaco – e pericardites – inflamação da membrana que envolve o coração – associadas à vacinação em adolescentes e jovens adultos.

A posição defendida pela agora ministra assentava na defesa da administração da vacina apenas a crianças com doenças graves ou com o sistema imunitário comprometido. Apesar das recomendações, a DGS decidiu avançar, em agosto de 2021, com a vacinação universal a partir dos 12 anos. Em dezembro, a medida foi alargada às crianças entre os 5 e os 11 anos.

Durante o primeiro ano de vacinação pediátrica, foram registadas dezenas de reações adversas graves, mas os dados deixaram de ser atualizados publicamente a partir de 2022.

O tema levou a Assembleia da República (AR) a pedir esclarecimentos, pelo que a atual e a anterior diretora‑geral da Saúde, Graça Freitas e Rita Sá Machado, respetivamente, vão ser ouvidas, já nas próximas semanas. Também Ana Paula Martins e a Marta Temido, que liderava a pasta da Saúde em 2021, serão chamadas a prestar esclarecimentos. Os deputados pretendem esclarecer questões relacionadas com transparência, comunicação do risco, farmacovigilância e eventual responsabilidade do Estado.

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