Frase do dia

  • “Não iremos permitir que o Irão lucre com este ato ilegal de extorsão”, Donald Trump, após o desaire nas negociações com o Irão
  • “Não iremos permitir que o Irão lucre com este ato ilegal de extorsão”, Donald Trump, após o desaire nas negociações com o Irão
  • “Não iremos permitir que o Irão lucre com este ato ilegal de extorsão”, Donald Trump, após o desaire nas negociações com o Irão
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Miguel Ângelo Gaspar Pacheco, mais conhecido por Miguel D’Almada, foi condenado a seis anos e meio de prisão em regime semiaberto, no Brasil, por liderar a célula neonazi Southlands Hammerskins. O português de 51 anos, que foi líder da claque sportinguista Diretivo Ultras XXI, vive em terras de Vera Cruz desde 2007, onde dirigia o grupo conservador, no estado de Santa Catarina.

A investigação encontrou material de teor racista, antissemita e de apologia ao nazismo, o que constituiu a condenação por “discriminação e preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. A notícia foi avançada esta segunda-feira, dia 13, pelo Correio da Manhã.

Em novembro de 2022, Miguel D’Almada foi detido em flagrante durante uma reunião da célula neonazi, em São Pedro de Alcântara, uma pequena localidade de Santa Catarina. Ao mesmo jornal, fonte da Polícia brasileira revelou que Miguel D’Almada era “muito respeitado” no grupo e admirado por ser “uma pessoa com experiência e contactos na Europa”: “Isso garantia-lhe prestígio entre os seus pares.”

A célula neonazi Southlands Hammerskins, que Miguel D’Almada liderava, está ligada ao movimento de extrema-direita norte-americano Hammerskin Nation. Trata-se de um grupo de supremacia branca e ideologia neonazi, conhecido por gerar episódios de violência.

O português já cumpriu quase um ano em prisão preventiva, desde a detenção em 2022, e, agora, o Tribunal Federal de Florianópolis atribuiu-lhe a pena de seis anos e meio de prisão, em regime semiaberto. Este regime permite que o condenado trabalhe ou estude durante o dia, mas com a obrigação de regressar ao estabelecimento prisional à noite.

Além de Miguel D’Almada, foram condenadas mais nove pessoas, todas de nacionalidade brasileira, a penas entre os seis anos e meio e os sete anos e meio de prisão.

Reconhecido sportinguista, foi autor da letra de ‘O Mundo Sabe Que’, canção que se tornou um hino do clube e que se faz ouvir quando os leoninos entram em campo, no Estádio José Alvalade. O ultra é também ex-dirigente da Juventude Leonina e cofundador do Grupo 1143, de extrema-direita que nasceu a partir desta mesma claque.

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