Frase do dia

  • “Às vezes, dou por mim a perguntar como não valorizamos o que temos de bom: o futebol português”, António Salvador, após a vitória histórica do SC Braga frente o Bétis
  • “Às vezes, dou por mim a perguntar como não valorizamos o que temos de bom: o futebol português”, António Salvador, após a vitória histórica do SC Braga frente o Bétis
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No próximo dia 16 de maio de 2026, as águas do Tejo recuperam uma tradição que remonta ao século XV. A mítica peregrinação fluvial do Círio de Oeiras ao Santuário da Atalaia, no Montijo, convida devotos e entusiastas da náutica a reviver um percurso com mais de 500 anos de história. A bordo de embarcações tradicionais, o cortejo parte da Marina de Oeiras, com uma paragem simbólica na Doca da Marinha, em Lisboa, antes de cruzar o rio rumo à margem sul.

Esta viagem, que une fé e património, é fruto de uma parceria entre a Vigararia de Oeiras e a ANCORAS (Associação Náutica Clássicos de Oeiras). Após atracarem no Montijo, os peregrinos percorrem cerca de quatro quilómetros a pé até ao Santuário da Atalaia, onde o programa culmina com uma missa e a oportunidade rara de visitar o núcleo museológico do santuário — um guardião de memórias da devoção popular ribeirinha.

Para quem deseja garantir lugar nesta “ponte” entre margens, os bilhetes variam entre 25 e 35 euros (com descontos de 10 euros para jovens até aos 25 anos), premiando a reserva antecipada. O regresso a Oeiras está assegurado por via rodoviária pela organização, garantindo o conforto após uma jornada de imersão histórica e espiritual.

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