Frase do dia

  • “Às vezes, dou por mim a perguntar como não valorizamos o que temos de bom: o futebol português”, António Salvador, após a vitória histórica do SC Braga frente o Bétis
  • “Às vezes, dou por mim a perguntar como não valorizamos o que temos de bom: o futebol português”, António Salvador, após a vitória histórica do SC Braga frente o Bétis
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O antigo internacional brasileiro Oscar Schmidt morreu esta sexta-feira, aos 68 anos, em São Paulo, após sofrer um mal-estar e receber assistência médica de urgência. A causa da morte não foi, para já, divulgada.

Conhecido como “Mão Santa”, é amplamente considerado um dos maiores jogadores da história do basquetebol. Ao longo de uma carreira de mais de duas décadas, destacou-se pela extraordinária capacidade de pontuar, tornando-se uma referência mundial da modalidade.

Schmidt acumulou mais de 49 mil pontos como profissional, um registo que o coloca entre os maiores marcadores de sempre. Nos Jogos Olímpicos, fez história ao tornar-se o melhor marcador de todos os tempos da competição, com 1.093 pontos, tendo participado em cinco edições consecutivas.

Nascido em Natal, no Brasil, construiu uma carreira sólida tanto em clubes como na selecção brasileira, passando também pelo basquetebol europeu. Apesar de ter tido oportunidade de jogar na NBA, optou por não abdicar de representar o Brasil, decisão que reforçou o seu estatuto como símbolo nacional do desporto. Ele é irmão do apresentador do big brother brasil, Tadeu Schmidt.

Nos últimos anos, enfrentava problemas de saúde, após ter sido diagnosticado com um tumor cerebral em 2011, tendo sido submetido a vários tratamentos.

A sua morte gerou forte comoção no mundo do desporto, com múltiplas homenagens a assinalarem a perda de uma figura incontornável do basquetebol mundial.

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