Frase do dia

  • “É a crueldade do futebol”, Rui Borges, após o Sporting perder com o Benfica
  • “É a crueldade do futebol”, Rui Borges, após o Sporting perder com o Benfica
  • “É a crueldade do futebol”, Rui Borges, após o Sporting perder com o Benfica
  • “É a crueldade do futebol”, Rui Borges, após o Sporting perder com o Benfica
  • “É a crueldade do futebol”, Rui Borges, após o Sporting perder com o Benfica
  • “É a crueldade do futebol”, Rui Borges, após o Sporting perder com o Benfica
  • “É a crueldade do futebol”, Rui Borges, após o Sporting perder com o Benfica
  • “É a crueldade do futebol”, Rui Borges, após o Sporting perder com o Benfica
  • “É a crueldade do futebol”, Rui Borges, após o Sporting perder com o Benfica
  • “É a crueldade do futebol”, Rui Borges, após o Sporting perder com o Benfica
  • “É a crueldade do futebol”, Rui Borges, após o Sporting perder com o Benfica
  • “É a crueldade do futebol”, Rui Borges, após o Sporting perder com o Benfica
  • “É a crueldade do futebol”, Rui Borges, após o Sporting perder com o Benfica
  • “É a crueldade do futebol”, Rui Borges, após o Sporting perder com o Benfica
  • “É a crueldade do futebol”, Rui Borges, após o Sporting perder com o Benfica
  • “É a crueldade do futebol”, Rui Borges, após o Sporting perder com o Benfica
  • “É a crueldade do futebol”, Rui Borges, após o Sporting perder com o Benfica
Search

A polémica em torno das declarações de Hugo Soares conheceu este domingo novos desenvolvimentos, com André Ventura e Rui Gomes da Silva a reagirem em exclusivo ao 24 Horas, subindo o tom do confronto político com o PSD.

O líder do Chega não poupou críticas ao secretário-geral social-democrata, classificando as suas palavras como reveladoras de “falta de noção”. Ventura rejeita a ideia de que os quadros que abandonaram o PSD careciam de qualidade, lembrando que muitos desempenharam funções de relevo. “Alguns foram ministros, deputados e autarcas. Outros dirigentes nacionais”, sublinhou, antes de atacar diretamente Hugo Soares, a quem chamou “menino mimado” que “anda às cavalitas do Montenegro”, acusando-o de nunca ter construído um percurso autónomo no partido.

Também Rui Gomes da Silva respondeu, num tom muito crítico em relação à atual liderança do PSD. O ex-ministro afirmou que a sua saída, formalizada em junho de 2025, não resultou de falta de espaço, mas de uma opção política consciente. “Neste PSD nunca quis ter lugar”, afirmou, acusando o partido de ter mergulhado na “mediocridade e banalidade”, sem ambição reformista.

Para Rui Gomes da Silva, o PSD terá abdicado de uma visão estratégica, privilegiando “a gestão do dia a dia” e interesses internos em detrimento de um projeto para o país. Numa inversão simbólica de posições históricas, o antigo social-democrata afirmou ainda rever hoje no Chega e na liderança de André Ventura valores que associa a Francisco Sá Carneiro.

Recomendado para si