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  • “Se falar muito, vou chorar”, Bernardo Silva, que já prepara o adeus ao Manchester City
  • “Se falar muito, vou chorar”, Bernardo Silva, que já prepara o adeus ao Manchester City
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O Brasil ultrapassou a marca dos 212 milhões de habitantes e vive uma transformação silenciosa, mas profunda: a população está a envelhecer. Os dados mais recentes, divulgados esta semana, mostram uma mudança clara no perfil etário do país, com menos jovens e um crescimento consistente do número de idosos.

O levantamento indica que a fatia de brasileiros mais velhos aumentou significativamente nos últimos anos. A população entre os 40 e os 49 anos subiu de 13% para 15%, enquanto o grupo de 50 a 59 anos passou de 10% para 11,8%. Já os cidadãos com 60 anos ou mais cresceram de forma ainda mais expressiva, saltando de 11,3% para 16,6%.

Ao mesmo tempo, o número de jovens está em queda, reforçando a tendência de envelhecimento populacional. A maior concentração de população jovem ainda se encontra nas regiões Norte e Nordeste, enquanto o Sul e o Sudeste registam um aumento mais acentuado no número de idosos.

Outro dado que chama a atenção é a mudança no comportamento das famílias brasileiras. Cada vez mais pessoas optam por viver sozinhas. Em 2025, os domicílios com apenas um morador atingiram 19,7%, um crescimento significativo face aos 12,2% registados em 2012.

O perfil habitacional também mudou. Os apartamentos já representam 17,1% das habitações, enquanto os imóveis arrendados subiram para 23,8%. Por outro lado, a percentagem de casas próprias e totalmente pagas caiu para 60,2%, refletindo novas dinâmicas económicas e sociais.

Em termos regionais, o Sudeste continua a concentrar a maior parte da população, com 41,8% dos brasileiros, o equivalente a cerca de 88,8 milhões de pessoas. Seguem-se o Nordeste (26,8%), Sul (14,7%), Norte (8,7%) e Centro-Oeste (8,0%).

Entre os estados, São Paulo mantém-se na liderança, com 46,1 milhões de habitantes – mais do dobro da população de Minas Gerais, o segundo mais populoso, com 21,4 milhões. Já Roraima, apesar de ser o menos populoso, com cerca de 646 mil habitantes, registou o maior crescimento proporcional no período analisado, com alta de 47,5% entre 2012 e 2025. As regiões Centro-Oeste e Norte também se destacaram pelas maiores taxas de crescimento.

As mudanças também são visíveis no perfil da população. As mulheres continuam a ser maioria, representando 51,2% dos habitantes, o que corresponde a cerca de 95 homens para cada 100 mulheres.

No que diz respeito à cor ou raça, houve aumento na proporção de brasileiros que se declaram pretos, passando de 7,4% para 10,4%. Em contrapartida, a população que se identifica como branca diminuiu, de 46,4% para 42,6%. Regionalmente, o Norte registou crescimento da população preta, enquanto o Sul teve o maior aumento de pessoas pardas.

Apesar de avanços em algumas áreas, os dados revelam desigualdades persistentes, sobretudo no acesso a serviços básicos. No Sudeste, 92,4% da população tem acesso à rede de água potável, enquanto no Norte esse número cai para 60,9%.

A diferença é ainda mais acentuada no saneamento básico. No Sudeste, 90,7% dos habitantes têm acesso a sistemas ligados à rede de esgoto, enquanto no Norte apenas 30,6% contam com esse serviço.

O retrato atual do Brasil mostra um país mais envelhecido, urbano e com novos arranjos familiares – mas que ainda enfrenta desafios estruturais importantes, especialmente no que diz respeito à desigualdade entre regiões.

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