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  • “Se falar muito, vou chorar”, Bernardo Silva, que já prepara o adeus ao Manchester City
  • “Se falar muito, vou chorar”, Bernardo Silva, que já prepara o adeus ao Manchester City
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O mandato de António Guterres como secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU) está a chegar ao fim. A partir desta terça-feira, 21, serão ouvidos pelos estados-membros os quatro candidatos ao cargo. O escolhido entrará em funções a 1 de janeiro de 2027, por cinco anos.

O processo de sucessão começou a ser planeado em novembro e são conhecidos quatro candidatos. Cada um tinha de ser indicado oficialmente por um Estado ou grupo de Estados, mas não obrigatoriamente pelo país de origem.

Michelle Bachelet (Chile)

Michelle Bachelet, de 74 anos, será a primeira ouvida, em Nova Iorque. Foi presidente do Chile e Alta Comissária da ONU para os Direitos Humanos. É um dos nomes mais fortes vindos da América do Sul, já que a carreira política e em direitos humanos lhe conferem uma vantagem.

Traz no currículo outros cargos como ministra da Defesa e da Saúde, além de primeira diretora-executiva da ONU Mulheres. Tem formação em Medicina, com especialização em Cirurgia, Pediatria e Saúde Pública. Também estudou estratégia militar na Academia Nacional de Estratégia e Política do Chile e no Colégio Interamericano de Defesa, nos Estados Unidos.

Rafael Mariano Grossi (Argentina)

Na tarde desta terça-feira, Rafael Mariano Grossi, de 65 anos, será ouvido pelos Estados membros. É atualmente diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) e tem vindo a referir publicamente a sua disponibilidade para liderar a ONU. Diplomata experiente, é uma das candidaturas com mais visibilidade até ao momento. Quer centrar o mandato na paz, segurança e reforço do multilateralismo.

É licenciado em Ciência Política, mestre em Relações Internacionais e doutorado em História e Política Internacional.

O argentino recusou renunciar ao cargo na AIEA durante a candidatura à liderança da ONU, ao contrário do que pediu a Assembleia-Geral. A entidade solicitou que os funcionários “considerassem” suspender funções durante a campanha, de maneira a evitar conflitos de interesse.

Rebeca Grynspan (Costa Rica)

Os Estados membros vão ouvir Rebeca Grynspan, de 70 anos, na manhã de quarta-feira, 22. Foi vice-presidente da Costa Rica e é atualmente secretária-geral da Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD).

Tem uma grande experiência nas áreas de desenvolvimento, comércio e cooperação internacional, apresentando um perfil conciliador. É um dos nomes mais consensuais entre os países que defendem maior equilíbrio geográfico e de género. No currículo tem um percurso vasto na diplomacia da ONU, política económica e cooperação multilateral mundialmente.

Economista de formação, licenciada pela Universidade da Costa Rica, tornou-se mestre na mesma área pela Universidade de Sussex, no Reino Unido. Antes da UNCTAD, ocupou vários altos cargos no Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e foi nomeada subsecretária-geral da ONU em 2010.

Em 2024, foi distinguida com o Prémio de Negociadora do Ano de Doha por liderar os esforços da ONU para restaurar as rotas comerciais do Mar Negro, na sequência da guerra na Ucrânia.

Macky Sall (Senegal)

Macky Sall, de 64 anos, foi o último a entrar para a corrida a secretário-geral da ONU. Foi presidente do Senegal de 2012 a 2024, embora a candidatura não tenha sido apresentada pelo país, e é o candidato mais controverso. É acusado pelos novos dirigentes senegaleses de ter ocultado dados económicos relevantes, como a dívida pública.

Tanto é visto como alguém capaz de conduzir negociações multilaterais em nome do continente, como é criticado pela repressão aos protestos da oposição, durante a sua governação.

A candidatura não conta com o apoio da União Africana, depois de 20 dos 55 membros ter recusado a declaração de apoio. A falta de consenso em África poderá enfraquecer a posição de Sall.

ONU apelou à diversidade de género e geográfica

Em novembro, a ONU abriu formalmente o processo de decisão para a sucessão de António Guterres. Na altura, apelou a que os candidatos respondessem aos “mais altos padrões de eficiência, competência e integridade”, além de sublinhar a importância da diversidade de género e da representatividade geográfica.

Pela primeira vez em muitos anos, a corrida reúne uma forte concentração de figuras latino-americanas. Vários estados-membros defendem que o cargo seja ocupado por uma mulher, tal como sublinhou o presidente espanhol, Pedro Sánchez, no sábado, 18, na cimeira socialista ‘Em defesa da democracia’.

A decisão passa, em primeiro lugar, pelos 15 membros do Conselho de Segurança, que devem começar o processo de seleção até julho. Depois dessa fase, a Assembleia-Geral elege, através de eleições secretas, o secretário-geral. Por último, os cinco membros permanentes do Concelho com poder de veto (Estados Unidos, Rússia, China, Reino Unido e França) têm de concordar com a escolha.

António Guterres abandona o cargo no fim deste ano, depois de ter sido eleito em 2017 e reconduzido para um segundo mandato (o máximo de tempo permitido).

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