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  • “O 25 de Abril é muito mal explicado aos miúdos”, Manuel Freire
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Os Prémios da Música Portuguesa foram entregues esta quinta-feira, dia 23, no Coliseu dos Recreios. O evento distinguiu os artistas e trabalhos que se destacaram ao longo de 2025. Conheça os vencedores.

Um dos grandes destaques da noite foi a atribuição do prémio carreira a Jorge Palma, de 75 anos. Ao receber a homenagem, o artista fez uma vasta crítica social sobre a crise na saúde e a desvalorização da cultura em Portugal. “Obrigado a todos que ao longo da vida me tem estimado e tratado, incluindo os médicos, enfermeiros e auxiliares de saúde, que trabalham no Serviço Nacional de Saúde (SNS), com os meios que têm”.

A intervenção terminou com um lembrete para não esquecer o 25 de Abril: “Temos de reinventar o espírito de Abril, sempre. Liberdade, justiça, democracia. Malta, mãos à obra vamos fazer deste país uma coisa que merece ser melhor. Viva o 25 de abril, viva a Liberdade, viva a Democracia!”, afirmou.

Antes da entrega do prémio, Jorge Palma foi homenageado com uma atuação musical de Tim, Sérgio Godinho, Marisa Liz, Miguel Luz, Inês Marques Lucas e Vicente e Francisco Palma, os filhos do cantor, que cantaram ‘Canção de Lisboa’, ‘Dá-me lume’, ‘Bairro do Amor’, ‘Portugal, Portugal’, ‘Frágil’ e ‘A Gente Vai Continuar’.

Créditos: RTP

Jorge Palma não foi o único a levar um galardão para casa. Sara Correia, venceu como Melhor Artista Feminina, seguido de Plutónio na mesma categoria, mas masculina. Continuando pelo Hip Hop, Mizzy Miles foi distinguido pelo Melhor Álbum, enquanto dupla Calema venceu o Melhor Grupo.

Já a cantora Carminho, a mais nomeada nesta edição, com três indicações, levou para casa um Play de Melhor Álbum de Fado, com ‘Eu Vou Morrer de Amor ou Resistir’. Quanto ao Prémio da Crítica, cujo vencedor é escolhido por um painel de jornalistas da área da música, foi para os Mão Morta, por ‘Viva La Muerte!’.

‘Aperture’, do acordeonista João Barradas, venceu na categoria de Melhor Álbum de Jazz, e ‘Kokyyu’, do compositor Luís Tinoco, na de Melhor Álbum de Música Clássica/Erudita. O Prémio Lusofonia foi para ‘Vaitimbora’, da cantora brasileira Mari Froes com a dupla francesa Trinix.

‘Oh Clementina’, que junta Khiaro, Luís Fialho e os Marotos da Concertina, foi considerada a Melhor Canção Ligeira e Popular. A apresentação da categoria ficou marcada pelo discurso do cantor Toy, que ao entregar o Play apelou ao boicote ao Festival Eurovisão da Canção, pedido devido à participação de Israel no concurso.

Na categoria de Melhor Videoclipe venceu ‘Moleirinha’, dos Karetus, Conan Osiris e Isabel Silvestre, com Vozes de Manchouce e Júlio Pereira, realizado por Gonçalo XZ. Na única categoria cujo vencedor é escolhido pelo público, a de Canção do Ano, a vencedora foi ‘Pôr do Sol’, dos Vizinhos.

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