Frase do dia

  • “Temos cada vez mais políticos que começaram nas juventudes partidárias e continuaram a carreira sem nunca, diz-se, conhecer o dito país real”, Aguiar-Branco
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Quase três meses após a passagem da depressão Kristin, há ainda uma parte significativa da população de Figueiró dos Vinhos que continua sem acesso a serviços básicos como televisão e internet. Segundo o presidente da Câmara, cerca de 20% dos habitantes permanecem nesta situação, o que tem gerado um crescente sentimento de isolamento e frustração.

“Todos os dias alertamos os operadores para a necessidade urgente de reporem as comunicações”, afirmou o autarca Carlos Lopes, sublinhando que esta falha tem impactos diretos na vida quotidiana da população. “Estamos a falar de pessoas que continuam há três meses sem televisão e Internet em casa para trabalhar ou lazer, com todos os transtornos que isso causa”, acrescentou. O responsável aponta ainda para a “falta de investimento e de sensibilidade por parte dos operadores”, considerando que a situação está a provocar “constrangimentos graves” e até problemas de saúde mental em algumas famílias.

O vereador reconhece limitações na atuação do município: “Sentimo-nos impotentes, porque é uma matéria que não é da nossa jurisdição e competência”, disse, lamentando também aquilo que considera ser uma discriminação crescente dos territórios do interior. “Não nos queremos vitimizar, mas apelamos ao respeito. A nossa população está, neste momento, em muitos casos, desesperada”, reforçou.

No terreno, os testemunhos confirmam as dificuldades. Carla Mendes, que vive em Pedrógão Grande, relata que está sem acesso aos serviços desde o final de janeiro. “Esta situação implicou que tivesse de recorrer à antiga antena de TDT para ter sete canais de televisão”, contou, explicando que também depende dos dados móveis para aceder à internet. No local onde trabalha, a falta de comunicações tem dificultado tarefas essenciais, como o contacto com proprietários florestais.

A situação agrava-se com a cobrança de serviços que não estão a ser prestados. “Pagámos 75 euros de fevereiro e mais 75 euros de março, e já recebi fatura de pagamento de abril e maio no montante de 151 euros, que não vamos pagar”, denunciou.

Também Teresa Trancoso relata dificuldades no dia a dia, recorrendo constantemente ao telemóvel para contornar a falta de ligação. “Já tenho a bateria do telemóvel estragada por a estar a carregar consecutivamente”, explicou, acrescentando que, apesar de várias intervenções técnicas, o problema continua por resolver. “Foi-nos transmitido que hoje a situação estaria resolvida, mas continua tudo igual”, lamentou.

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