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  • “É o manto verde a funcionar”, Rui Borges, com ironia sobre a arbitragem no Aves-Sporting
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Eduardo Souto de Moura, de 73 anos, foi distinguido com a Medalha de Ouro da União Internacional dos Arquitetos (UIA), um dos prémios mais prestigiantes na área da arquitetura. É o segundo português a receber a insígnia, depois de Siza Vieira.

Em comunicado, a Ordem dos Arquitetos realça que se trata da “mais alta honra mundial atribuída a um arquiteto em vida”, o que “representa um marco histórico para a obra de Eduardo Souto Moura, para Portugal e para a Arquitetura Portuguesa”. A candidatura já tinha sido submetida pela mesma, anteriormente.

A medalha foi criada em 1984 e é classificada pela UIA como “a mais prestigiante distinção atribuída a um arquiteto por arquitetos, escolhida a partir de nomeações submetidas por instituições profissionais de todo o mundo”.

O último português a receber a insígnia foi Álvaro Siza Vieira, em 2011. De acordo com a UIA, o júri que escolheu a Medalha de Ouro deste ano foi composto pela presidente da união, Regina Gonthier, e pelos colegas anglo-ganês David Adjaye e a chinesa Lu Wenyu.

Segundo a Ordem dos Arquitetos, a entrega da Medalha de Ouro vai ocorrer no dia 30 de junho, na Basílica da Sagrada Família, em Barcelona, no âmbito do Congresso Mundial de Arquitetos. No dia 1 de julho, também em Barcelona, a Casa da Arquitetura e a Ordem dos Arquitetos organiza uma conversa que vai juntar Souto de Moura e os colegas Manuel Aires Mateus e Inês Lobo.

Nascido no Porto em 1952, Eduardo Souto de Moura soma mais de uma dezena de prémios, como o Leão de Ouro da Bienal de Veneza, atribuído em 2018, e o ‘Nobel da arquitetura’, em 2011. O arquiteto é o responsável pela A Casa das Histórias Paula Rego (Cascais), o Estádio Municipal de Braga, a Torre Burgo (Porto), o Centro de Arte Contemporânea Graça Morais (Bragança), a remodelação do Museu Nacional Grão Vasco (Viseu) e os interiores dos Armazéns do Chiado (Lisboa), entre obras notáveis.

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