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  • “É o manto verde a funcionar”, Rui Borges, com ironia sobre a arbitragem no Aves-Sporting
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O português, de 30 anos, baleado em dezembro de 2025 pelo serviço de imigração norte-americano (ICE), nos Estados Unidos da América (EUA), declarou-se culpado e foi condenado por destruir propriedade do governo. A pena aplicada, de 103 dias de prisão, já foi entretanto cumprida enquanto o homem aguardava o julgamento.

A informação foi divulgada em comunicado na segunda-feira, 27, pelo Departamento de Justiça dos EUA. O imigrante foi condenado por “usar a sua carrinha para colidir com veículos do governo enquanto tentava escapar de agentes de imigração”. O português terá também de pagar uma indemnização no valor de mil dólares (854 euros).

Os procuradores federais queriam que o português cumprisse até seis meses de prisão por colocar em risco agentes federais. Contudo, os advogados de defesa pediram ao juiz que o sentenciasse pelo tempo já cumprido, já que ninguém ficou ferido. Além da pena, o português continua a enfrentar os processos de imigração que poderão levar à deportação.

O incidente que levou à condenação remonta a 24 de dezembro de 2025, quando os agentes do ICE ordenaram que o português saísse do veículo em que circulava. O imigrante resistiu, pelo que os agentes partiram o vidro da porta do motorista e tentaram retirá-lo à força. Em resposta, o homem tentou fugir com a sua carrinha e colidiu com os veículos dos agentes. Os danos causados representam uma despesa na ordem dos 17 mil dólares (cerca de 15 mil euros).

No carro em que seguia o português, estava também um passageiro. Foram ambos hospitalizados e, mais tarde, considerados estabilizados.

Em tribunal, o português disse que estava com medo. “Vi armas. Não tinha a certeza se eram da polícia ou da imigração”, disse, segundo revela o jornal local The Baltimore Banner. O homem acrescentou ainda que pensou “que ia morrer”.

De acordo com dados do ICE, o português chegou aos EUA em 2008 e frequentou o ensino secundário em Nova Jérsia, antes de se mudar para a região de Baltimore em 2020. Trabalhou em diversas profissões, comprou uma casa e estava em processo de se tornar cidadão norte-americano, de acordo com documentos judiciais citados pela CBS News.

“Este caso faz parte da Operação Retomar a América, uma iniciativa nacional que mobiliza todos os recursos do Departamento de Justiça para repelir a invasão da imigração ilegal, alcançar a eliminação total dos cartéis e das organizações criminosas transnacionais e proteger as nossas comunidades dos autores de crimes violentos”, lê-se no comunicado difundido pelo Departamento de Justiça.

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