Frase do dia

  • “Portugal tem sido o país mais cooperante com os EUA, a permitir continuar a guerra ilegítima no Irão, fornecendo uma base de borla. Somos cobardes”, Miguel Sousa Tavares
  • “Portugal tem sido o país mais cooperante com os EUA, a permitir continuar a guerra ilegítima no Irão, fornecendo uma base de borla. Somos cobardes”, Miguel Sousa Tavares
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A Chanel apresentou sapatos sem biqueira, sem cobertura e só com calcanhar. O diretor criativo da marca desconstruiu um ícone com 70 anos e chamou-lhe “calcanhar descalço”. Mesmo assim, os clientes fizeram fila.

Foi em 1957 que Gabrielle Coco Chanel lançou o slingback bicolor com biqueira, descrito por muitos como “o novo sapato de Cinderela” e uma das assinaturas intemporais da marca. Matthieu Blazy, atual diretor criativo, decidiu ir mais longe na apresentação da Coleção Cruise 2027, a 28 de abril. A biqueira desapareceu, os dedos ficaram à mostra e sobrou apenas um salto preso ao calcanhar por delicadas fitas.

A ideia não nasceu do nada. Em 1947, Salvatore Ferragamo criou a chamada Sandália Invisível, feita com um fio de nylon transparente inspirado anos pescadores do rio Arno. Em 1996, a Maison Margiela apresentou uma sola com salto fixado ao pé com fita adesiva. Mais recentemente, a The Row e a Balenciaga também puseram em causa a necessidade do apoio ao arco do pé, mas nenhuma foi tão longe como a Chanel.

O mercado reagiu. No dia seguinte ao desfile, a plataforma Lyst colocou a Chanel no topo das marcas mais comentadas do primeiro trimestre deste ano. A divisão foi tal que os clientes fizeram fila para conseguir um par quando o modelo foi apresentado, em março.

A explicação para o sucesso pode estar na estética. Sem uma linha a cortar o tornozelo, estes modelos criam a ilusão de pernas mais compridas e combinam com tudo, de um vestido de gala a um par de jeans.

As propostas da Chanel ainda não chegaram às lojas, mas a tendência já se instalou.

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