Frase do dia

  • “Pus-me no papel da mãe que tudo pode. Mas não somos capazes durante muito tempo”, chef Filipa Gomes
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Foram feitas 16 novas detenções, dos quais 15 são elementos da Polícia de Segurança Pública (PSP), esta terça‑feira, dia 5, no âmbito da investigação a alegados casos de tortura ocorridos na esquadra da PSP do Rato, em Lisboa. As novas detenções acontecem numa fase em que continuam a decorrer diligências conduzidas pelo Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP) em colaboração com a PSP.

Os detidos são suspeitos de crimes de tortura, ofensas graves à integridade física e violação, alegadamente praticados nas esquadras do Rato e do Bairro Alto. De acordo com a SIC Notícias, entre os detidos encontra‑se um funcionário do aeroporto de Lisboa.

Estas detenções juntam‑se às já realizadas anteriormente no mesmo processo, que levaram à detenção de nove agentes da PSP, dois dos quais já acusados. O ministro da Administração Interna tinha antecipado que poderiam ocorrer novos desenvolvimentos ao longo do dia.

PSP reafirma “tolerância zero”

O diretor nacional da PSP, Luís Carrilho, garantiu que a instituição mantém “tolerância zero” perante comportamentos ilícitos e assegurou que os cidadãos podem continuar a confiar na polícia: “A PSP é composta por cerca de 20 mil profissionais que trabalham diariamente para que Portugal seja um dos países mais seguros do mundo. Alegações de má conduta são tratadas com total rigor”, afirmou.

A investigação aponta para crimes de tortura grave, violação consumada e tentada, abuso de poder, posse de arma proibida e ofensas qualificadas à integridade física. As vítimas seriam sobretudo pessoas toxicodependentes, sem‑abrigo e cidadãos estrangeiros.

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