Frase do dia

  • “Pus-me no papel da mãe que tudo pode. Mas não somos capazes durante muito tempo”, chef Filipa Gomes
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O antigo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho voltou a agitar o debate político nacional com uma intervenção particularmente crítica em relação ao Chega, deixando também vários reparos à atuação do atual Governo liderado por Luís Montenegro. Numa sessão realizada na Nova SBE, em Lisboa, Passos classificou como “absurda e irrealista” a proposta do partido de André Ventura para baixar a idade da reforma, acusando o Chega de cair num “populismo em excesso”.

O antigo líder do PSD mostrou-se particularmente surpreendido com o posicionamento do Chega, recordando que sempre defendeu entendimentos parlamentares entre PSD, IL e o partido de Ventura para garantir uma maioria não socialista. Ainda assim, admitiu que certas propostas levantam dúvidas sobre a consistência política desse espaço à direita. “Nem os socialistas têm coragem de baixar a idade da reforma”, afirmou, numa das frases mais marcantes da intervenção.

Mas as críticas de Passos Coelho não se ficaram pelo Chega. O ex-primeiro-ministro deixou igualmente algumas “alfinetadas” ao executivo da AD, considerando que o Governo tem demorado “demasiado tempo” a apresentar resultados concretos. Apesar de elogiar a tentativa de reforma da legislação laboral, Passos considerou que essa iniciativa apareceu “isolada” e sem a força política necessária para produzir mudanças estruturais.

Nos últimos meses, Passos Coelho tem multiplicado intervenções públicas onde insiste na necessidade de reformas profundas no Estado, na economia e na administração pública, pressionando o Governo a avançar mais rapidamente. Embora continue a afastar, para já, um regresso à política ativa, as suas declarações continuam a ter forte impacto no espaço do centro-direita português, alimentando especulações sobre o seu futuro papel político.

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