Frase do dia

  • “Pus-me no papel da mãe que tudo pode. Mas não somos capazes durante muito tempo”, chef Filipa Gomes
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A redação de Multimédia da RTP está sob forte tensão interna, de acordo com um documento da Comissão de Trabalhadores (CT), a que o 24Horas teve acesso em exclusivo. O texto, elaborado após uma reunião com o Conselho de Administração, revela que a CT foi contactada por jornalistas daquela área, que denunciaram situações de alegado “mal-estar”, “pressão excessiva” e “conflitualidade grave” da parte de uma coordenadora.

Segundo o documento, a Comissão de Trabalhadores ouviu também a outra parte envolvida – o 24Horas sabe que se trata de Ana Sofia Freitas –, que negou as acusações, embora tenha reconhecido a existência de bloqueios no funcionamento diário da equipa. Toda a informação recolhida foi transmitida à administração da RTP.

Para a CT, a gravidade dos relatos justificaria a abertura de um processo de averiguação. No entanto, o Conselho de Administração explicou que, não tendo sido utilizado pelos trabalhadores o canal formal de denúncia – necessário para a eventual instauração de um inquérito –, iria inteirar-se da situação e atuar no sentido da sua resolução.

A Comissão de Trabalhadores promete que continuará a acompanhar o caso e admite voltar ao tema na próxima reunião com a administração, caso a situação se mantenha. O documento refere ainda que o assunto já tinha sido abordado pelo Conselho de Redação TV, em novembro, tendo sido inclusive mencionado em comunicado.

No texto, a CT deixa uma crítica clara ao ambiente descrito – “nada pode justificar um mau ambiente de trabalho” –, considerando a situação “intolerável” numa empresa pública que, defende, deve pautar-se pela exemplaridade.

A Comissão recorda ainda que a RTP dispõe de um Código de Boa Conduta para a Prevenção e Combate ao Assédio no Trabalho, aprovado em 2022, e que a empresa deve instaurar procedimento disciplinar sempre que lhe seja reportada uma situação de assédio tipificada.

Para a CT, a utilização destes mecanismos é a forma mais eficaz de garantir proteção legal aos trabalhadores e acionar as obrigações formais da empresa.

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