Frase do dia

  • “Pus-me no papel da mãe que tudo pode. Mas não somos capazes durante muito tempo”, chef Filipa Gomes
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O líder do Chega recusou hoje que a proposta de redução da idade da reforma seja absurda ou irrealista, como considerou o antigo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho, e voltou a colocar esta medida como condição para aprovar as alterações laborais.

Em declarações aos jornalistas no parlamento, André Ventura defendeu que as pessoas não estão contentes com a idade da reforma e afirmou que “as coisas mais saudáveis da história foram feitas por pessoas que acreditavam que aquilo que não parecia possível, se torna possível”.

Questionado se a redução da idade da reforma é uma condição para aprovar as alterações à lei laboral e se votará contra caso não seja aceite, respondeu: “É evidente, senão não estava aqui agora a falar-vos sobre isto”, depois de ter dito também que “não é questão de votar contra ou a favor”.

“É evidente que isto é um ponto importante e é evidente que isto é uma questão relevante, porque ninguém quer discutir, porque é tabu, todos acham, todos estão sempre preocupados se vão ganhar votos ou perder votos. Vocês já se habituaram a perceber que eu não quero saber, eu acredito que isto tem de ser levado até ao fim”, indicou também.

Sobre as críticas de Pedro Passos Coelho, que classificou como absurda e irrealista a proposta do Chega de baixar a idade da reforma, o presidente do Chega começou por desvalorizá-las, afirmando que o antigo primeiro-ministro “tem todo o direito de defender que não se deve baixar a idade da reforma”.

“É legítimo. Já discordámos no passado, certamente discordaremos no futuro em muitas matérias”, afirmou, acrescentando: “O que eu acho absurdo e irrealista é as pessoas pagarem os impostos que pagam hoje em Portugal, terem uma carga de impostos indiretos das mais elevadas, pagarem 23% de IVA, pagarem 11% de Segurança Social, as empresas pagarem TSU e termos que trabalhar cada vez mais antes e sabendo que vamos receber cada vez menos”.

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