Frase do dia

  • “Pus-me no papel da mãe que tudo pode. Mas não somos capazes durante muito tempo”, chef Filipa Gomes
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Entre os 16 detidos esta terça-feira, 5, no caso do Rato, estão dois chefes da PSP por suspeitas de envolvimento em mais de 20 episódios de agressões e tortura ocorridos entre 2024 e 2025. Além disso, sabe-se agora que pelo menos dois agentes alegadamente envolvidos já tinham sido transferidos para outras esquadras, nomeadamente um para o Norte e outro para a ilha das Flores, nos Açores.

Pelo menos duas das 14 buscas domiciliárias e 16 em esquadras realizadas esta terça-feira tiveram lugar no Norte do País e outra na ilha das Flores, nos Açores. Dessas, resultou a detenção de um agente.

Sabe-se ainda que, além dos 24 polícias, há um civil detido. Trata-se do segurança de uma discoteca no Bairro Alto que terá agredido um homem angolano. A 1 de fevereiro de 2025, um grupo de cinco amigos convivia num bar dessa zona até que, a certa altura, um deles terá saído do estabelecimento para fazer uma chamada. Já alcoolizado, terá agarrado e beijado a mão de uma mulher, ex-namorada de um dos agentes da PSP detidos no ano passado. O polícia (à civil e fora de serviço) não terá gostado do gesto e gerou-se um confronto.

O homem terá dado um soco na cara do agente, desequilibrou-se e caiu. Com o homem no chão, o agente terá pegado num bastão extensível que traria no bolso e agredido o sujeito na cabeça, tronco e pernas. O segurança do bar e um segundo agente também fora de serviço terão ajudado na agressão, que resultou na hospitalização da vítima com uma fratura na cabeça e feridas por todo o corpo.

Os detidos serão presentes esta quinta-feira, 7, a um primeiro interrogatório judicial no Tribunal Central de Instrução Criminal, em Lisboa. É provável que os advogados de defesa peçam tempo para consultar o processo e analisarem o despacho de indiciação com a desrição dos crimes imputados a cada arguido. Só depois iniciarão os interrogatórios propriamente ditos, podendo essa fase acontecer apenas na sexta-feira, 8. O processo poderá estender-se durante mais dias dado o número de envolvidos.

A operação realizada esta terça-feira, 5, é a terceira desencadeada desde julho do ano passado, na sequência das alegações de tortura por agentes da polícia das esquadras do Rato e do Bairro Alto, em Lisboa. Os dois agentes detidos no ano passado já foram remetidos para julgamento. Um deles vai responder por 29 crimes e o outro por sete. Entre eles estão crimes como violação, tortura, abuso de poder, ofensas à integridade física qualificada, roubo e detenção de arma proibida. Tanto estes polícias como os sete detidos em março estão em prisão preventiva. Esta terça-feira, foram detidos mais 15 polícias e um civil, totalizando 24 agentes.

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