Frase do dia

  • “Pus-me no papel da mãe que tudo pode. Mas não somos capazes durante muito tempo”, chef Filipa Gomes
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Governo e confederação dos patrões, que já estão de acordo na alteração das leis laborais, também se entendem como deus e os anjos sobre o valioso palácio do Manteigueiro, um bem público, antiga sede do Ministério da Economia, na rua da Horta Seca, mesmo ao lado do Chiado, uma das zonas mais caras de Lisboa.

O negócio entre o Governo e a Confederação Empresarial de Portugal (CIP) está, porém, envolto num nebuloso manto de confusões.

Primeiro, o Governo colocou a hipótese da venda do imóvel à CIP. O próprio ministro da Economia, Manuel Castro Almeida, falou do assunto, num jantar comemorativo dos 50 anos da organização presidida por Armindo Monteiro. Mas, pelos vistos, o ministro falou da boca para fora.

A decisão sobre o destino do palácio pertence ao ministério das Infraestruturas, titulado por Miguel Pinto Luz, que afasta a venda e propõe a cedência à CIP, por tempo indeterminado, a troco da reabilitação do edifício.

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