Frase do dia

  • “Portugal tem sido o país mais cooperante com os EUA, a permitir continuar a guerra ilegítima no Irão, fornecendo uma base de borla. Somos cobardes”, Miguel Sousa Tavares
  • “Portugal tem sido o país mais cooperante com os EUA, a permitir continuar a guerra ilegítima no Irão, fornecendo uma base de borla. Somos cobardes”, Miguel Sousa Tavares
  • “Portugal tem sido o país mais cooperante com os EUA, a permitir continuar a guerra ilegítima no Irão, fornecendo uma base de borla. Somos cobardes”, Miguel Sousa Tavares
  • “Portugal tem sido o país mais cooperante com os EUA, a permitir continuar a guerra ilegítima no Irão, fornecendo uma base de borla. Somos cobardes”, Miguel Sousa Tavares
  • “Portugal tem sido o país mais cooperante com os EUA, a permitir continuar a guerra ilegítima no Irão, fornecendo uma base de borla. Somos cobardes”, Miguel Sousa Tavares
  • “Portugal tem sido o país mais cooperante com os EUA, a permitir continuar a guerra ilegítima no Irão, fornecendo uma base de borla. Somos cobardes”, Miguel Sousa Tavares
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  • “Portugal tem sido o país mais cooperante com os EUA, a permitir continuar a guerra ilegítima no Irão, fornecendo uma base de borla. Somos cobardes”, Miguel Sousa Tavares
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O setor do azeite em Portugal continua a ganhar peso na economia agrícola e a afirmar-se nos mercados internacionais. O País é já o 6.º maior produtor mundial e o terceiro exportador europeu (atrás de Espanha e Itália) num percurso marcado pela modernização dos olivais, pela eficiência dos lagares e pelo aumento da capacidade produtiva.

Nas últimas décadas, a produção nacional mudou de escala. A expansão do olival, em particular no Alentejo, e o investimento em tecnologia permitiram elevar a produtividade e garantir maior regularidade na oferta. Mesmo num contexto de custos elevados, alterações climáticas e oscilações de preço, o setor mantém uma trajetória de crescimento, apoiado na qualidade do azeite português e na procura externa.

Portugal exporta uma parte significativa da produção, com o azeite a assumir um papel cada vez mais relevante na balança agroalimentar. O desafio, dizem os produtores, passa agora por transformar volume em valor: reforçar marcas próprias, conquistar novos mercados e assegurar que a reputação do produto acompanha a evolução da produção.

Nos últimos 20 anos, a produção de azeite quadriplicou (160 mil toneladas) e, pela primeira vez, as exportações atingiram o valor de mil milhões de euros.

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