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  • 'É uma conquista do rosto das mulheres', Lídia Jorge, após vencer o Prémio Pessoa
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Estava prestes a terminar o mestrado em Engenharia Mecânica, quando Pedro Dias, de 24 anos, decidiu criar uma aplicação que pretende ser “um novo conceito de biblioteca”. A Boop nasceu para funcionar como uma plataforma de empréstimo de livros físicos, tal como uma biblioteca real.

“Eu tinha o problema de controlar os livros que amigos e familiares me emprestavam ou que lhes emprestava. De certa forma, chegava a uma altura em que já não sabia quem é que me havia recomendado livros que, eventualmente, queria ler”, explica ao 24Horas.

A ideia estava identificada, mas o jovem natural de Maia, não tinha qualquer experiência em desenvolvimento de software. Ainda assim, de forma autodidata, desenvolveu sozinho o projeto lançado em fevereiro.

Ao contrário de uma biblioteca convencional, na Boop o objetivo é criar uma comunidade de pessoas que promovem o sentido de partilha dos seus livros e da leitura. Os empréstimos podem durar até 12 meses. A única taxa a pagar pelo empréstimo tem um custo simbólico de 65 cêntimos por livro, um valor que permite financiar os custos da aplicação.

Para realizar os empréstimos, os utilizadores precisam de obter ‘boopins’ – moedas digitais que os leitores acumulam ao cumprir metas mensais como disponibilizar livros, devolver exemplares no prazo estipulado ou ajudar a expandir a biblioteca. “Eu queria tornar a aplicação também ‘gamificada’, para incentivar o aumento da leitura entre os utilizadores”, acrescenta o criador da app.

A Boop pode ser encarada como uma concorrente da BiblioLED, aplicação da Rede Nacional de Bibliotecas Públicas que, no entanto, apenas disponibiliza o acesso a ebooks e audiolivros. “Um dos comentários mais recorrentes sobre a BiblioLED era que, apesar de ser uma ideia interessante, não resolvia o problema de quem queria ler livros físicos, [os utilizadores] continuavam a ter dificuldades no acesso aos livros.”

Em caso de furto, a Boop tem mecanismos de proteção. Quem empresta é reembolsado através de um valor para gastar na aplicação e quem não devolve pode ver a conta suspensa. “Existe também um sistema de avaliação entre os utilizadores, que permite identificar quem é ou não de confiança.”

Até ao momento, a aplicação conta com mais de 1500 livros e cerca de quatro mil downloads realizados em todos os distritos do país, incluindo dos arquipélagos da Madeira e dos Açores.

No futuro, Pedro quer continuar a automatizar as funcionalidades, mas, por agora, tem uma meta clara: integrar um sistema de entregas por correio diretamente na aplicação. “Já estive a estudar possíveis parcerias com o CTT. É algo ambicioso, mas acho que poderia ser interessante”, revela ao 24Horas.

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