Digna de um filme, a história da esquiadora norte-americana Breezy Johnson ganhou um final feliz nos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026. A atleta não só conquistou a medalha de ouro como foi pedida em casamento logo após a prova, em cima da linha de chegada do Super-G.
O momento aconteceu esta quarta-feira, dia 12, na zona da meta. O namorado, Connor Watkins, ajoelhou-se na neve e fez o pedido perante o olhar emocionado das colegas de equipa da atleta. Breezy Johnson admitiu que já desconfiava que algo especial pudesse acontecer. “Disse-lhe uma vez que sempre sonhei ser pedida em casamento nos Jogos Olímpicos, por isso tinha um pressentimento”, confessou.
A ideia nasceu ainda nos Jogos de 2018, depois de a esquiadora ter ouvido falar do noivado de uma colega de equipa. “Pareceu-me apropriado juntar dois dos meus grandes amores”, explicou, acrescentando com humor: “E ainda se conseguem fotografias gratuitas.”
Além do anel, Connor entregou à atleta um bilhete com a letra da canção “The Alchemy”, de Taylor Swift, que tem um significado especial para o casal, por ter sido lançada na altura em que começaram a viver juntos.
“Ouvimos sempre essa música e sorrimos a pensar um no outro. É algo muito especial para nós”, revelou Breezy.
Nas redes sociais, a esquiadora partilhou várias imagens do momento e escreveu: “Foi tudo aquilo com que sempre sonhei. Tal como o Connor!” A publicação rapidamente se tornou viral e contou até com um comentário da própria Taylor Swift a felicitar o casal.


Breezy Johnson e Connor Watkins estão juntos há cerca de dois anos e meio. O pedido foi planeado ao longo de quase um ano e o anel foi feito por encomenda: uma safira azul entre duas alianças de ouro branco, uma delas cravejada com safiras brancas. O noivo garantiu ainda a presença da família da atleta no local e tinha preparado um plano alternativo, caso não fosse viável fazer o pedido na zona da meta. “A montanha pode ser imprevisível”, explicou.
No plano desportivo, Breezy Johnson conquistou a primeira medalha de ouro da equipa dos Estados Unidos nestes jogos, ao vencer a prova de downhill. Já no Super-G desta quinta-feira, fez parte do grupo de 17 esquiadoras que não concluíram a prova, depois de perder o equilíbrio e embater na rede de proteção, sem consequências graves.
Apesar do desfecho menos feliz na última corrida, a atleta deixa Itália com dois motivos para celebrar.
“Quem é que não quer sair daqui com dois pedaços de metal?”, brincou a campeã olímpica.