Frase do dia

  • ''Perdemos com o Sporting porque o futebol é um desporto de merda'', Luis Enrique
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Estradas bloqueadas, populações retidas, estrume em edifícios públicos, acidentes de automóvel e milhares em protesto nas ruas. É este o cenário vivido em França. Agricultores em fúria espalham o caos por todo o país, manifestando-se contra o abate em cadeia de gado bovino.

Tudo começou com o surto de Dermatose Nodular Contagiosa (DNC) em várias explorações pecuárias do território gaulês, que levou o governo francês a anunciar o abate de milhares de animais. Insurgindo-se contra a medida, foram vários os zootécnicos a sair às ruas. Aquilo que se iniciou com manifestações locais, espalhou-se tal qual o vírus infeccioso, e estende-se agora de Norte a Sul do país.

Os insurgentes têm bloqueado estradas por toda a França, usando pneus queimados, tratores e outros objetos, por vezes não sinalizados. O que, para além de provocar graves acidentes de viação, tem impedido várias populações de se deslocarem por via terrestre. Situação que está a afetar bastantes camionistas, mas também diversas comunidades de emigrantes portugueses e espanhóis que pretendem regressar ao país natal para passar a quadra natalícia. Os bloqueios nas estradas francesas são por todo o lado e pararam a circulação rodviária.

Têm ainda sido depositados montes de estrume e palha à porta de edifícios públicos e há uma linha férrea obstruídapor maquinaria agrícola.

Os agricultores rebelam-se ainda contra a estratégia levada a cabo pelo executivo francês, alegando que irá provocar danos quase irreversíveis no setor e deitar por terra o trabalho de uma vida de muitas famílias. Vários sindicais alertam para a falta de debate por parte do governo, defendendo a aplicação de medidas alternativas como o reforço da vigilância sanitária, o isolamento das explorações afetadas e a vacinação dos animais.

A agravar a tudo isto, e para aumentar a ira dos contestatários, está o avanço do acordo de livre comércio entre a União Europeia e o Mercosul, que pretende eliminar ou reduzir as tarifas de importação sobre produtos agrícolas entre os dois blocos, o que aumenta drasticamente a concorrência sobre os fornecedores europeus deste tipo de produtos: carne, leite, ovos, etc. O pacto pode vir a ser celebrado já esta semana. Isto depois de o presidente brasileiro, Lula da Silva, tentar coagir a UE a assinar o acordo no próximo sábado, dia 20, na cimeira do bloco económico sul-americano, ao afirmar que se o documento não for assinado agora, também não o será enquanto este ocupar o cargo.

“Já avisei que, se não for agora, o Brasil não fará mais o acordo [com a União Europeia] enquanto eu for Presidente”, declarou.

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