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  • “INEM não sabe onde andam as ambulâncias”, Luís Mendes Cabral, presidente do INEM
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A Câmara Municipal de Alcácer vai adiar o ato eleitoral da segunda volta das eleições presidenciais, marcado para este domingo, dia 8. A decisão foi tornada pública pela presidente da autarquia, que já anunciou a intenção à Comissão Nacional de Eleições (CNE).

Em declarações à Lusa, a autarca explica que na noite de ontem reuniu com os presidentes de junta do seu concelho, apurando a eventualidade desta medida. Sendo que após reflexão conjunta foi tomada a decisão, pelo facto de se considerar que não estão reunidas condições para que os eleitores se desloquem às urnas com normalidade.

“Temos muitas localidades que estão isoladas, algumas delas onde funcionam mesas de voto. Temos toda a zona baixa da cidade completamente inundada”, o que torna “impensável que o ato eleitoral se realizasse com as mínimas condições”, frisou.

A edil de Alcácer sublinha que “a situação ainda é mais grave do que na semana passada” e que, para já, a decisão “será a de não realizar o ato eleitoral”.

A informação foi avançada depois de, na manhã desta quinta-feira, o Presidente da República ter definido como prudente adiar uma semana as eleições naquele concelho. Em declarações aos jornalistas, no decorrer de uma visita à localidade alentejana, Marcelo Rebelo de Sousa ressalva que em “situações extremas”, como a que se vive, a decisão cabe às autarquias.

“A senhora presidente julgará na altura devida, mas provavelmente tomará em linha de conta aquilo que se vive e atenderá que o mais prudente é tomar uma decisão que permite utilizar o que está na lei, e a lei permite isso”, declarou.

Questionada sobre estas declarações, Clarisse Campos afirmou que serviram de incentivo a uma medida que estava “praticamente tomada”. A autarca ressalvou ainda que, em conformidade com a lei, o próximo ato eleitoral deve realizar-se uma semana depois.

Quem também já manifestou a sua vontade em adiar as eleições foi André Ventura. O líder do Chega anunciou há momentos que vai pedir à Comissão Nacional de Eleições que suspenda o sufrágio a Belém até à semana seguinte.

“Eu queria propor ao meu adversário, nesta segunda volta, que os dois em conjunto tenhamos a capacidade de pôr as pessoas à frente e de propor aos vários poderes envolvidos de acordo com a lei, e à Comissão Nacional de Eleições, adiarmos estas eleições uma semana”, afirmou num almoço com autarcas do seu partido, no Algarve.

“Eu vou propor hoje e vou propor ao outro candidato e ao presidente da República e aos vários poderes municipais”, enfatizou.

António José Seguro, que ainda não se expressou concretamente sobre esta questão, também poderá ver com bons olhos a possibilidade de adiamento, já que afirmou esta quinta-feira que seria “um pesadelo” perder contra André Ventura devido à abstenção.

“Aquilo que seria algo completamente surpreendente, seria mesmo um pesadelo, é que os portugueses queiram um presidente, queiram a candidatura que eu protagonizo e, depois, por não irem votar, permitam que seja outro a vencer as eleições”, afirmou à imprensa.

Recorde-se que o mau tempo, causado por sucessivas depressões climáticas em Portugal, está a espalhar a destruição por vários pontos do país. Até ao momento o Governo decretou situação de calamidade em 69 concelhos.

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