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  • ''Neutralidade de Montenegro será lesiva para o PSD'', David Justino
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A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) alertou para a possibilidade de ocorrência de cheias em zonas urbanas na sequência da passagem da depressão Ingrid e reconheceu que a situação hidrológica pode “agravar-se significativamente” a partir de segunda-feira.

“A tempestade Ingrid provocará uma subida dos caudais nas bacias hidrográficas, com particular incidência no centro e norte”, explicou a APA numa resposta enviada à Lusa. Nesse sentido, trata-se de uma situação hidrológica de vigilância, “podendo ocorrer uma subida de caudal acima do previsto, pelo que requer particular atenção junto das zonas ribeirinhas”, acrescentou. Enquanto autoridade nacional da água, a APA revelou que podem vir a ocorrer cheias em zonas urbanas, nas bacias em nível de pré-alerta (potencial subida de causais) e alerta (caudais superiores aos habituais).

Assim, de acordo com a APA, neste momento, as bacias hidrográficas do rio Minho, sub-bacia do Coura; do rio Lima, sub-bacia do Vez; do rio Cávado; rio Mondego; rio Vouga; rio Guadiana (sul) e rio Arade encontram-se em nível de pré-alerta.

Desde quinta-feira e até sábado, a bacia hidrográfica do rio Vouga sub-bacia do Águeda encontra-se em 1.º nível de alerta, o que significa que se encontra numa “situação hidrológica potencialmente perigosa”, podendo haver “perigo para todas as atividades humanas realizadas no leito do rio e perigo potencial para aquelas que se realizem nas margens”, além de “potenciais inundações urbanas”, recomendando que seja intensificada a vigilância dos cidadãos.

Na próxima semana, as previsões meteorológicas indicam um novo episódio de precipitação intensa e, segundo a APA, “poderá configurar uma situação hidrológica potencialmente perigosa, com potenciais inundações urbanas, com perigo para todas as atividades humanas realizadas no leito do rio e perigo potencial para aquelas que se realizem nas margens”.

Prevê-se chuva, neve, vento e agitação marítima como efeitos da passagem da depressão Ingrid por Portugal, tendo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) emitido vários avisos vermelhos (o mais grave numa escala de três), laranja (o segundo mais grave) e amarelo. Os Açores e a Madeira também estão sob vários avisos amarelos e laranja.

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