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  • 'Uma greve geral para reclamar o quê?', Luís Montenegro
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O vereador do Chega na Câmara de Barcelos, Paulo Ralha, apresentou uma queixa formal à PSP de Braga após alegadas ameaças de morte e insultos proferidos pelo deputado Carlos Barbosa durante uma reunião da Comissão Política Distrital (CPD) do Chega, em Braga. A situação tem provocado grande controvérsia no seio do partido, segundo revela o jornal O Minho.

Na sequência dessa queixa, avança o jornal O Minho, a Procuradoria Geral da República (PGR) abriu um inquérito-crime que está em investigação no Ministério Público em Braga.

O incidente ocorreu a 22 de agosto, na sede distrital do Chega em Braga, e envolveu também uma outra polémica: uma discussão sobre a retirada da confiança política a Fátima Brito, adjunta da CPD, acusada de ter ameaçado com violência outros membros do partido, como o secretário-distrital António Jardim.

De acordo com a ata da reunião, após a intervenção sobre as acusações contra Fátima Brito, Carlos Barbosa levantou-se de forma agressiva acusando Paulo Ralha de ser um dos principais problemas do partido.

“Posso desgraçar a minha vida, mas mato-te”;  “Vou-te f**** todo, filho da p***”; e “A minha vida política termina hoje, mas eu rebento contigo”, foram algumas frases proferidas por Carlos Barbosa.

Testemunhas afirmam que a situação “descontrolou-se” completamente. Barbosa terá tentado aproximar-se de Ralha por cima da mesa de reuniões, sendo impedido por outros dirigentes, que relataram dificuldades para contê-lo.

Este episódio terá sido alvo de queixa-crime e foi comunicado à Comissão de Jurisdição do Chega.

Recorde-se que Paulo Ralha já foi militante do Partido Socialista, ao qual esteve ligado até ao final de 2019. Antes disso, foi candidato do Bloco de Esquerda nas eleições legislativas de 2009 e terá ainda manifestado apoio à candidatura de Marisa Matias nas presidenciais de 2016.

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