Frase do dia

  • “Não será por mim que duração da legislatura será interrompida”, António José Seguro
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A ideia de que um relacionamento sério culmina inevitavelmente na partilha da mesma casa está a perder força. Um número crescente de casais está a optar por manter relações estáveis e comprometidas sem coabitação, num modelo conhecido como LAT (Living Apart Together, ou “viver separados, mas juntos”).

Tradicionalmente, atingir dois ou três anos de relação significava dar o passo seguinte: dividir despesas, organizar rotinas em comum e consolidar o quotidiano sob o mesmo teto. No entanto, dados recentes indicam que uma percentagem significativa de adultos entre os 25 e os 54 anos escolhe não viver com o parceiro, sinal de uma mudança nas dinâmicas afetivas e sociais.

O modelo LAT assenta numa decisão consciente. Os parceiros mantêm o compromisso emocional e os planos conjuntos, mas preservam residências separadas por opção. A escolha pode refletir o desejo de autonomia, a valorização do espaço pessoal ou a necessidade de conciliar rotinas profissionais exigentes.

Entre as principais vantagens identificadas estão a manutenção da independência individual e a redução de conflitos associados à convivência diária. Há quem defenda ainda que a separação física pode contribuir para preservar o entusiasmo e a novidade na relação.

Contudo, o modelo não está isento de desafios. O estigma social continua presente, com familiares e amigos a questionarem a ausência de coabitação como possível sinal de instabilidade. A gestão do tempo e a coordenação de agendas são igualmente apontadas como obstáculos frequentes.

Num contexto de transformação das estruturas familiares e das expectativas em torno da vida a dois, os casais LAT afirmam-se como uma expressão das novas formas de amar no século XXI.

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