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O presidente da Deloitte Angola, José Barata, em artigo hoje publicado no Jornal de Economia e Financas da capital angolana defende que aquele país atravessa um momento decisivo de transformação económica, com reformas estruturais e esforço de diversificação para reduzir a dependência do petróleo, e que nessa transição, o setor de logística e distribuição emerge como peça-chave para consolidar esse novo modelo mais robusto e sustentável.

O autor sublinha que, para que a economia diversificada funcione, é preciso cadeias logísticas modernas, eficientes e competitivas. Angola tem investido em infraestruturas – portos, rede ferroviária e rodoviária, e um novo aeroporto internacional – visando posicionar-se como um hub logístico na África Austral. Mas, adverte, apenas os investimentos físicos não bastam. A competitividade das cadeias de abastecimento exige eficiência operacional, digitalização e integração multimodal. Sem isso, os custos logísticos elevam-se, prejudicando empresas nacionais e poder de compra das famílias.

José Barata detalha ainda desafios concretos: simplificação e digitalização de processos aduaneiros, redução de tempos de desalfandegamento, coordenação entre portos e transportes, desenvolvimento de plataformas logísticas, e investimento em tecnologia e rastreabilidade. A logística moderna, baseada em dados, permite prever e gerir fluxos complexos de mercadorias. Isso é vital à medida que Angola aumenta produção na agricultura, indústria e comércio: produzir mais não chega; é preciso transportar, armazenar e distribuir com eficácia. Sem cadeias robustas, a produção enfrenta dificuldades para chegar ao mercado interno, competir com importações ou acessar mercados regionais.

O artigo enfatiza que iniciativas públicas de apoio à produção nacional só ganham eficácia se acompanhadas por redes de transporte eficientes, centros de armazenagem e cadeias de frio para agrícolas e agropecuários. Assim, a logística funciona como multiplicador de competitividade para toda a economia.

A localização estratégica de Angola no continente, com acesso ao Atlântico e ligações ferroviárias ao interior, oferece potencial para integrar cadeias regionais. Corredores que liguem portos angolanos a mercados da África Austral e Central podem fazer do país porta de entrada para comércio regional. Para isso, além de infraestrutura, são essenciais conectividade, eficiência regulatória, parcerias público‑privadas e integração regional.

Por fim, Barata lembra que o setor privado tem papel decisivo: operadores logísticos, distribuidores e plataformas digitais podem trazer soluções inovadoras e modernizar a distribuição. Investir em logística não é apenas melhorar o mercado interno; é acelerar diversificação, fortalecer produção nacional e integrar Angola no comércio regional e global. O país tem uma oportunidade histórica de consolidar avanços e transformar a logística num pilar central de crescimento sustentável.

O presidente da Deloitte Angola, José Barata

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