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  • “Se for culpado (Prestianni), acabou para mim”, José Mourinho
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Angola já recebeu de volta três milhões de dólares que estavam em Portugal e que tinham sido considerados como obtidos de forma ilegal. O valor faz parte de um total de 20 milhões de dólares que estavam no estrangeiro e que a Justiça decidiu que deviam regressar a Luanda.

De acordo com declarações dadas pelo procurador-geral da República angolano, Hélder Pitta Grós, à Lusa, o dinheiro “começou a ser restituído”, confirmando que uma parte já entrou nos cofres do Estado. O mesmo explicou que este processo faz parte de um esforço para recuperar fundos que saíram do país de forma irregular.

Os três milhões em questão estavam guardados em contas bancárias em nome do empresário Carlos São Vicente, que foi condenado em Angola a nove anos de prisão. No entanto, ainda falta recuperar uma grande parte do dinheiro, centenas de milhões de dólares que continuam bloqueados na Suíça.

De acordo com o Presidente da República, João Lourenço, há cerca de dois mil milhões de dólares guardados em países como as Bermudas, Singapura e Suíça. Esse dinheiro já foi declarado pela Justiça angolana como pertencendo ao Estado, mas até agora ainda não regressou ao país.

O procurador afirmou ainda que há “contacto permanente” com as autoridades estrangeiras para acelerar o processo. No entanto, explicou que cada país tem as suas próprias leis e procedimentos, o que pode tornar a devolução dos valores mais demorada.

Hélder Pitta Grós considerou, por fim, que é preciso respeitar os procedimentos legais de cada país: “Temos de aceitar a tramitação processual destas jurisdições”, admitindo que há regras e formalidades que precisam de ser cumpridas para que o dinheiro possa regressar a Angola. Reconheceu também que os processos “não estão a ser tão rápidos” como querem, mas garantiu que já foram dados alguns “passos concretos em relação a isso”.

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