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  • 'Justiça não pode ser refém de agendas políticas', Cura Mariano, presidente do Supremo Tribunal de Justiça
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O edifício histórico Vila Algarve, localizado no centro de Maputo e que durante o regime colonial serviu como prisão da PIDE, vai ser requalificado para se tornar num museu-hotel, segundo anunciou o governo moçambicano.

“Aquele edifício é um símbolo de luta dos moçambicanos. Naquele edifício foram presos, foram torturados, até assassinados, os moçambicanos que reclamavam pela liberdade contra o regime colonial português”, começou por explicar o diretor nacional de História do Ministério dos Combatentes, Guilherme Ombe, em entrevista à Lusa.

O projeto foi adjudicado à empresa Giluba-Lin, que ficará responsável pela “elaboração, requalificação do edifício e exploração da atividade museu-hotel”. A obra está prevista num concurso em duas etapas, de acordo com os documentos oficiais.

Construída em 1934 e ampliada em 1950, o edifício, classificado como Património Arquitetónico de interesse, encontra-se atualmente em avançado estado de degradação.

As entradas do edifício estão vedadas para evitar a ocupação por pessoas em situação de sem-abrigo, algo que já ocorreu no passado.

Após a independência de Moçambique, a 25 de junho de 1975, o edifício entrou num longo período de abandono. Várias tentativas anteriores de aproveitamento não avançaram: a Ordem dos Advogados de Moçambique propôs transformá-lo na sua sede, sem sucesso, e existiu ainda uma ideia para ali instalar o Museu da Luta de Libertação Nacional.

O ex-Presidente moçambicano, Joaquim Chissano, chegou a manifestar a sua vontade de conservar a Vila Algarve como espaço de solidariedade e memória, destacando a importância histórica do local para a identidade nacional.

“Tentei utilizar a Vila Algarve. Não fui bem compreendido. E, então, depois passaram outras entidades que queriam utilizar a Vila Algarve, e o intuito era preservar o lugar. No meu tempo, era para fazer daquilo um ambiente de paz, de solidariedade, ou o próprio ministério. Como não tínhamos casas adequadas na altura, era uma maneira de preservar”, recordou, em junho, o antigo presidente moçambicano.

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