Frase do dia

  • “Frustração que os portugueses sentem não é a da Constituição, mas a do seu incumprimento”, António José Seguro
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O lendário apartamento onde Brigitte Bardot viveu durante os anos 60 – e que partilhou com o milionário alemão Gunter Sachs – voltou a captar a atenção mundial ao chegar ao mercado por cerca de 9,12 milhões de dólares (aproximadamente 7,9 milhões de euros). Situado no exclusivo bairro francês, no 16.º arrondissement de Paris, o imóvel é considerado uma das residências privadas mais extraordinárias da capital francesa.

Com 467 metros quadrados, o apartamento impressiona desde o primeiro momento. As salas de receção com os pavimentos em ónix e mármore, os vitrais Tiffany e o monumental espelho proveniente do paquete SS France criam um ambiente que mistura teatralidade e elegância. Renovado em 2018, o espaço preserva o carácter original, incluindo a célebre casa de banho em mármore roxo associada a Bardot e as paredes em veludo vermelho inspiradas no lendário clube Régine’s, um dos epicentros da vida noturna parisiense da época.

A residência oferece ainda comodidades contemporâneas que reforçam o seu estatuto excecional: um cinema privado, ginásio, adega climatizada, cozinha de chef e um magnífico jardim de inverno de 52 metros quadrados, que funciona como um refúgio luminoso no coração da cidade.

O conjunto cria uma atmosfera que combina luxo, intimidade e um certo dramatismo cinematográfico, refletindo a própria dualidade de Bardot – a estrela que iluminava o mundo e a mulher que, ao mesmo tempo, procurava afastar‑se dele.

Mais do que um imóvel, trata‑se de uma peça de história cultural e de um testemunho raro da vida parisiense de meados do século XX. O apartamento, que já foi palco de festas, sessões fotográficas e momentos privados de uma das figuras mais marcantes do cinema europeu, aguarda agora um novo proprietário disposto a continuar a sua história.

Entre 1966 e 1969, o apartamento serviu de refúgio ao casal Bardot–Sachs, numa época marcada por festas, rebeldia cultural e uma estética que hoje é sinónimo de modernidade retro. A própria Bardot, que morreu em dezembro de 2025 aos 91 anos, transformou este espaço num símbolo da sua vida intensa e contraditória – entre o estrelato absoluto e o desejo de se esconder do mundo.

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