Morten Hjulmand, capitão do Sporting, deu uma entrevista a um jornal dinamarquês, Jyllands-Posten, onde abordou temas mais pessoais, nomeadamente a juventude – e que segredos revelou.
O médio dos campeões nacionais, de 26 anos, viveu tempos de grande liberdade. “Era saudável para a minha cabeça ouvir música até às 3 ou 4 da manhã, ir a festas e beber uma cerveja, ou uma Somersby, ou o que tomávamos na altura”, recordou. O internacional pela Dinamarca assumiu também que, se no dia seguinte tivesse jogo, não ia a festas, mas, quando podia, encaixava esses momentos de descontração no calendário, pois, para ele, isso era uma forma de relaxar e de “ser jovem”. Afinal, considerava “bom para a saúde mental”.
Na entrevista a este jornal do seu país, Hjulmand destacou o papel da escola na sua formação: “Sempre tive liberdade, mas com responsabilidade. Na primária, era a escola primeiro. Se não fizesse os trabalhos de casa, não haveria futebol. As professoras eram muito exigentes e educavam bem.” O craque dos leões recordou os treinadores do clube e os professores que o formaram, não só como jogador, mas como cidadão: “Aprendi muito sobre a Dinamarca e História com as minhas professoras.”
Aos 19 anos, Hjulmand mudou-se para a Áustria e enfrentou um período mais difícil: “Mudei-me para a Áustria com 19 anos… Foram meses duros. Sou social e foi difícil… Penso que era saudável para uma pessoa jovem vivenciar uma semana dura de trabalho, porque és atirado logo para a vida adulta. Depois, acabas por ficar com uma certa bagagem.”