Frase do dia

  • “Para nós, argentinos, aquilo é um insulto normal de jogo”, Prestianni, sobre as bocas de Mbappé, no Estádio da Luz
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Lisboa recebeu, no auditório do El Corte Inglés Lisboa, a apresentação do mais recente livro de Salvato Teles de Menezes, intitulado ‘As Razões da História: crónicas romanceadas de uma terra nova, editado pela Caminho/Leya. A obra surge como uma reflexão literária e ensaística sobre a história, a memória e o papel da interpretação no entendimento do passado.

Num discurso marcado por referências eruditas e tom irónico, o autor destacou a importância do rigor intelectual e da investigação num tempo que considera dominado pela “ignorância arrogante” ou pela “arrogância ignorante”. Salvato Teles de Menezes sublinhou a necessidade de distinguir factos de narrativas construídas, defendendo uma abordagem crítica e fundamentada à história e à literatura.

O livro apresenta-se estruturado em três partes, conciliando textos de matriz mais clássica com uma “adenda” de reflexão contemporânea, inspirada em correntes teóricas do século XX. O autor assume ainda a dimensão híbrida da obra, recuperando o conceito de “crónica romanceada”, num registo que cruza ensaio, ficção e memória pessoal.

Entre evocações de mestres, referências literárias e episódios autobiográficos, a obra propõe ao leitor uma leitura exigente, mas acessível, que pode, nas palavras do autor, ser encarada como um “romance policial”, onde as ideias se vão revelando progressivamente até ao seu desfecho.

A sessão contou com a presença de António Feijó, professor emérito da Universidade de Lisboa, e reconhecido tradutor, crítico e teórico da literatura, e de diversos académicos, editores e leitores, num ambiente de reconhecimento pelo percurso intelectual do autor e pela sua contribuição para o pensamento crítico em língua portuguesa.

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