BOMBEIRA CONFESSA TER ATEADO FOGO

Em tribunal confessou ter ateado apenas um fogo “por descuido”, em Pedrógão Grande. Quanto ao outro incêndio, a bombeira referiu nada saber e não ter visto.

TRUMP E PUTIN ENCONTRAM-SE NOS PRÓXIMOS DIAS

O anúncio surgiu esta quinta-feira, 7, após o encontro em Moscovo entre o enviado especial americano Steve Witkoff com Vladimir Putin, que terá sido “muito produtivo”, relatou o homem de confiança de Donald Trump. Perante isto, a reunião entre Putin e Trump, para acabar com a guerra na Ucrânia, deverá acontecer muito brevemente, garante o […]

CARTEIRISTAS ROMENAS FILMADAS EM FLAGRANTE

A zona de Belém, em Lisboa, é das mais visitadas por turistas no país. Mas é também das mais fustigadas pelas carteiristas. O perfil mudou e, como revelou o 24Horas, agora são sobretudo mulheres, jovens e provenientes da Roménia.

CASAMENTOS FORA DA LEI E MATERNIDADE PRECOCE

No dia 10 de junho, na Amareleja, Alentejo, uma família cigana desentendeu-se. Sancho Cardas, de 67 anos, matou o filho, António, de 40, por este discordar do casamento de uma menina, da família, de apenas 14 anos. A organização não-governamental ‘Roma Influencers Network’ acaba de publicar um estudo sobre o casamento e maternidade precoces em […]

COMO AS CARTEIRISTAS ROMENAS ATACAM EM LISBOA

Os agentes vão atentos ao que se passa lá fora. Em Belém um deles indica: “Estão ali quatro!”. O olho clínico para detetar carteiristas está bem treinado. O veículo dirige-se para o local, pára e saem dois elementos para seguir as movimentações de quatro raparigas.

ADOTAR UM ANIMAL: O SEU A SEU DONO

Adotar um animal: o seu a seu dono
Isabel Laranjo
Gosta de passar a maior parte do tempo no sofá, a ver séries? Então, se calhar, um cão super enérgico, que precisa de correr e brincar mais vezes ao dia, não é o ideal para si.
Pelo contrário, é um desportista e não vive sem a sua corrida diária? Nesse caso, adotar um animal pachorrento talvez não seja grande ideia.
Trabalha muitas horas e tem pouca disponibilidade para passeios? Acolha um gato.
Adaptar o animal ao seu novo tutor é um dos princípios da adoção responsável, defendida pela Casa dos Animais de Lisboa (CAL). “Tentamos sempre fazer esse match. A adoção deve ser responsável. A pessoa tem de ter noção de que ao adotar um animal está a fazê-lo para a vida toda dele: para o bem e para o mal”, avisa Sofia Baptista, veterinária e chefe de divisão da CAL.
Para adotar um animal, no caso do centro de recolha oficial da Câmara Municipal de Lisboa, situado em Monsanto, é preciso telefonar e marcar uma visita. Existe um canil e gatil com mais de uma centena de animais disponíveis, mas pode pesquisar antes no site Lisboa.pet.pt e já ir com uma ideia do animal que pretende acolher.
Sofia Baptista explica como funciona a adoção de animais na CAL. “Aconselhamos sempre a fazer mais do que uma visita. Caso a pessoa, ou família, já tenha outro animal aconselhamos a que o tragam, para entrar em contacto com o animal que escolheram e ver se se dão bem, se socializam.”
Todos os animais saem da CAL devidamente vacinados, desparasitados, esterilizados e identificados eletronicamente, com chip. A responsável pela CAL avança ainda que há sempre uma primeira conversa com o novo tutor, para que tudo corra bem. “Tentamos perceber se o perfil do novo tutor se adapta mais a cão ou a gato. Depois, tentamos fazer a ligação entre a personalidade do tutor e do animal. Já temos tido pessoas idosas, com mais de 80 anos e pouca mobilidade, a quererem levar cães muito ativos. Nesses casos, temos de explicar, com muita calma para que não levem a mal, que talvez não seja o mais indicado.”
O novo tutor assina um termo de responsabilidade e, nas primeiras três a quatro semanas após a adoção, é dado apoio, tanto em termos comportamentais como de saúde “porque o animal quando foi levado poderá estar a incubar alguma doença”.
No fundo, o que importa, é que todos fiquem felizes: animais e novos tutores. “Adequar o animal à pessoa é o caminho para que a adoção seja responsável e o mais bem-sucedida possível.”

A ADOÇÃO CERTA
Gosta de passar a maior parte do tempo no sofá, a ver séries? Então, se calhar, um cão super enérgico, que precisa de correr e brincar mais vezes ao dia, não é o ideal para si.
Pelo contrário, é um desportista e não vive sem a sua corrida diária? Nesse caso, adotar um animal pachorrento talvez não seja grande ideia.
Trabalha muitas horas e tem pouca disponibilidade para passeios? Acolha um gato.
Adaptar o animal ao seu novo tutor é um dos princípios da adoção responsável, defendida pela Casa dos Animais de Lisboa (CAL). “Tentamos sempre fazer esse match. A adoção deve ser responsável. A pessoa tem de ter noção de que ao adotar um animal está a fazê-lo para a vida toda dele: para o bem e para o mal”, avisa Sofia Baptista, veterinária e chefe de divisão da CAL.
Para adotar um animal, no caso do centro de recolha oficial da Câmara Municipal de Lisboa, situado em Monsanto, é preciso telefonar e marcar uma visita. Existe um canil e gatil com mais de uma centena de animais disponíveis, mas pode pesquisar antes no site Lisboa.pet.pt e já ir com uma ideia do animal que pretende acolher.
Sofia Baptista explica como funciona a adoção de animais na CAL. “Aconselhamos sempre a fazer mais do que uma visita. Caso a pessoa, ou família, já tenha outro animal aconselhamos a que o tragam, para entrar em contacto com o animal que escolheram e ver se se dão bem, se socializam.”
Todos os animais saem da CAL devidamente vacinados, desparasitados, esterilizados e identificados eletronicamente, com chip. A responsável pela CAL avança ainda que há sempre uma primeira conversa com o novo tutor, para que tudo corra bem. “Tentamos perceber se o perfil do novo tutor se adapta mais a cão ou a gato. Depois, tentamos fazer a ligação entre a personalidade do tutor e do animal. Já temos tido pessoas idosas, com mais de 80 anos e pouca mobilidade, a quererem levar cães muito ativos. Nesses casos, temos de explicar, com muita calma para que não levem a mal, que talvez não seja o mais indicado.”
O novo tutor assina um termo de responsabilidade e, nas primeiras três a quatro semanas após a adoção, é dado apoio, tanto em termos comportamentais como de saúde “porque o animal quando foi levado poderá estar a incubar alguma doença”.
No fundo, o que importa, é que todos fiquem felizes: animais e novos tutores. “Adequar o animal à pessoa é o caminho para que a adoção seja responsável e o mais bem-sucedida possível.”

COLISÃO ENTRE AUTOCARROS FAZ 7 FERIDOS

O alerta foi dado ao início da manhã e para o local, a Damaia, na Amadora, dirigiram-se 22 operacionais com nove viaturas, três ambulâncias e a Polícia Municipal. Dois autocarros tinham colidido na Avenida D. João V, a principal daquela localidade próxima de Lisboa e havia feridos.