Frase do dia

  • “Fiz este filme para os meus filhos, para lhes pedir desculpa pela porcaria que estamos a deixar neste mundo que lhes estamos a entregar”, Paul Thomas Anderson, realizador de 'Batalha Atrás de Batalha
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Lucinete Freitas, de 55 anos, a babysitter brasileira que esteve desaparecida no início de dezembro, na Amadora, foi morta após ter sido violentamente agredida na cabeça com um bloco de cimento. O corpo acabou por ser ocultado com entulho, revelou o Ministério Público.

De acordo com a acusação, a principal suspeita do crime é a patroa da vítima, uma mulher de 43 anos, que terá levado Lucinete até um local isolado sob o pretexto de a transportar para casa. Nesse local, a arguida terá desferido uma agressão violenta na cabeça da vítima com um bloco de cimento, provocando ferimentos fatais.

Após confirmar a morte, a suspeita terá coberto o corpo com entulho, com o objetivo de o ocultar, abandonando depois o local do crime. As autoridades indicam ainda que a arguida utilizou o telemóvel da vítima para enviar mensagens a terceiros, fazendo-se passar por Lucinete e afirmando que se teria deslocado ao Algarve com uma amiga, numa tentativa de atrasar o alerta às autoridades e a comunicação do desaparecimento.

A mulher encontra-se indiciada pela prática dos crimes de homicídio qualificado, profanação de cadáver, detenção de arma proibida e falsidade informática. Na sequência do interrogatório judicial realizado a 20 de dezembro de 2025, foi-lhe aplicada a medida de coação mais gravosa, a prisão preventiva.

Lucinete Freitas trabalhava como empregada doméstica e babysitter do filho da arguida. Ambas eram de nacionalidade brasileira e, segundo o Ministério Público, a relação entre as duas seria marcada por episódios de conflitualidade.

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