Frase do dia

  • 'Continuamos a ser um país com grandes desigualdades', Manuel Castro Almeida
  • 'Continuamos a ser um país com grandes desigualdades', Manuel Castro Almeida
  • 'Continuamos a ser um país com grandes desigualdades', Manuel Castro Almeida
  • 'Continuamos a ser um país com grandes desigualdades', Manuel Castro Almeida
  • 'Continuamos a ser um país com grandes desigualdades', Manuel Castro Almeida
  • 'Continuamos a ser um país com grandes desigualdades', Manuel Castro Almeida
  • 'Continuamos a ser um país com grandes desigualdades', Manuel Castro Almeida
  • 'Continuamos a ser um país com grandes desigualdades', Manuel Castro Almeida
  • 'Continuamos a ser um país com grandes desigualdades', Manuel Castro Almeida
  • 'Continuamos a ser um país com grandes desigualdades', Manuel Castro Almeida
  • 'Continuamos a ser um país com grandes desigualdades', Manuel Castro Almeida
  • 'Continuamos a ser um país com grandes desigualdades', Manuel Castro Almeida
  • 'Continuamos a ser um país com grandes desigualdades', Manuel Castro Almeida
  • 'Continuamos a ser um país com grandes desigualdades', Manuel Castro Almeida
  • 'Continuamos a ser um país com grandes desigualdades', Manuel Castro Almeida
  • 'Continuamos a ser um país com grandes desigualdades', Manuel Castro Almeida
  • 'Continuamos a ser um país com grandes desigualdades', Manuel Castro Almeida
Search

Um morador do Bairro do Matadouro marcou presença na reunião da Câmara Municipal de Almada para manifestar a sua indignação perante aquilo que descreve como “15 dias consecutivos de falhas de energia elétrica”.

Gonçalo Barros usou da palavra e perdeu a calma: “Não dá mais. Nós estamos sem luz há 15 dias. Ontem, foi das 18:00 à 00:30. Hoje, foi da 13:00 até às 15:00. Isto não pode continuar, acabou!” De seguida, apontou o dedo ao Governo e à Câmara, liderada pela socialista Inês de Medeiros: “A Câmara, com certeza, mandou lá a carta para os estarolas e eles não fizeram nada. O primeiro-ministro é aquele pudim flan que não faz nada. O ministro da habitação é do sebastianismo. Nós esperamos que ele venha no dia de nevoeiro, e ele não aparece. As pessoas chegaram ao limite.”

Para além dos problemas da iluminação no bairro, os moradores queixam-se dos atos de vandalismo: “Andam a pegar fogo aos caixotes. Nós estamos em risco, isto já não são só bens, são pessoas. Ontem à noite, o bairro estava à escuras, os caixotes do lixo da Câmara desapareceram. Penso que tenha sido a Câmara a tirá-los com medo de que alguém lá vá pegar fogo. Já tivemos dois incêndios no bairro. Se decidirem entrar dentro do bairro, pegar fogo aos carros, quem é que nos vai ajudar?”

Junto a esta zona, existe um bairro ilegal, o da Penajóia, a que Gonçalo Barros se referiu como “favela”, e alertou para os crimes cometidos pelos moradores desse bairro: “As barracas continuam a crescer… Aquilo nem são barracas, é uma favela. Aquilo continua a crescer de forma descontrolada e continuam a roubar-nos luz e água. Agora andam a pegar fogo aos caixotes do lixo numa medida intimidatória.”

O morador não se ficou por aqui, na reunião deste munícipio da margem sul, e terminou: “Isto não pode continuar! A Câmara tem de fazer alguma coisa, a Polícia não vai lá. Isto, só para mim, já é um sinal de alerta. Como é que a Câmara Municipal tem conhecimento que a Polícia não vai lá e não aciona outras formas de segurança para a sua população?”

Veja o vídeo da intervenção do morador do Bairro do Matadouro na íntegra:

Recomendado para si

Um jipe com cinco ocupantes ficou preso e parcialmente submerso no rio Ferreira, em São Pedro da Cova, Gondomar, na noite deste domingo, dia 7. Segundo o comandante dos Bombeiros de São Pedro da Cova, o alerta foi dado pelas 19:00 e a operação de resgate prolongou-se até depois das 22:00. Três menores, de 10, 14 e 16 anos, foram os primeiros a ser retirados da viatura e encaminhados para o…
A recente distinção atribuída a Portugal pela revista The Economist, que elegeu o País como ‘economia do ano’ de 2025, evidencia a recuperação económica e a capacidade de adaptação da nação face aos desafios globais. No ranking anual que compara 36 das economias mais desenvolvidas, Portugal, que vai enfrentar uma greve geral na quinta-feira, dia 11, destacou-se pelo forte crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), inflação controlada, desempenho sólido do mercado de trabalho e valorização da bolsa de valores. Este reconhecimento surge como um reflexo do dinamismo económico que o País tem vindo a demonstrar nos últimos anos.