Frase do dia

  • “INEM não sabe onde andam as ambulâncias”, Luís Mendes Cabral, presidente do INEM
  • “INEM não sabe onde andam as ambulâncias”, Luís Mendes Cabral, presidente do INEM
  • “INEM não sabe onde andam as ambulâncias”, Luís Mendes Cabral, presidente do INEM
  • “INEM não sabe onde andam as ambulâncias”, Luís Mendes Cabral, presidente do INEM
  • “INEM não sabe onde andam as ambulâncias”, Luís Mendes Cabral, presidente do INEM
  • “INEM não sabe onde andam as ambulâncias”, Luís Mendes Cabral, presidente do INEM
  • “INEM não sabe onde andam as ambulâncias”, Luís Mendes Cabral, presidente do INEM
  • “INEM não sabe onde andam as ambulâncias”, Luís Mendes Cabral, presidente do INEM
  • “INEM não sabe onde andam as ambulâncias”, Luís Mendes Cabral, presidente do INEM
  • “INEM não sabe onde andam as ambulâncias”, Luís Mendes Cabral, presidente do INEM
  • “INEM não sabe onde andam as ambulâncias”, Luís Mendes Cabral, presidente do INEM
  • “INEM não sabe onde andam as ambulâncias”, Luís Mendes Cabral, presidente do INEM
  • “INEM não sabe onde andam as ambulâncias”, Luís Mendes Cabral, presidente do INEM
  • “INEM não sabe onde andam as ambulâncias”, Luís Mendes Cabral, presidente do INEM
  • “INEM não sabe onde andam as ambulâncias”, Luís Mendes Cabral, presidente do INEM
  • “INEM não sabe onde andam as ambulâncias”, Luís Mendes Cabral, presidente do INEM
  • “INEM não sabe onde andam as ambulâncias”, Luís Mendes Cabral, presidente do INEM
Search

O Conselho do Banco Central Europeu (BCE) decidiu, na sua primeira reunião de política monetária de 2026, manter as taxas de juro de referência inalteradas. A taxa da facilidade de depósito permanece assim nos 2%, marcando a quinta manutenção consecutiva desde o final do ciclo de descidas em julho de 2025. 

A decisão, anunciada esta quinta-feira em Frankfurt, confirmou as expetativas de analistas e mercados financeiros. Segundo o comunicado oficial do Banco Central Europeu, a instituição optou pela prudência face à estabilização da inflação, que em janeiro se fixou nos 1,7%, ligeiramente abaixo do objetivo de médio prazo. 

A manutenção das taxas pelo BCE em 2% sinaliza um período de estabilização para os custos do crédito à habitação em Portugal. Em fevereiro de 2026, o mercado reflete tendências mistas: enquanto os indexantes a 3 e 12 meses registam descidas ligeiras, a Euribor a 6 meses apresenta a primeira subida em dois anos para contratos revistos este mês.

Assim, os contratos indexados à Euribor a 6 meses podem sofrer um aumento na prestação se a revisão ocorrer em fevereiro, pondo fim a uma série de descidas consecutivas.

A médio prazo, analistas preveem que a Euribor se mantenha num “planalto” entre 2,0% e 2,2% durante a primeira metade de 2026, oferecendo maior previsibilidade ao orçamento das famílias. Com a estabilização das taxas, este é considerado um momento oportuno para comparar propostas de crédito habitação e avaliar a transferência de empréstimos para bancos com spreads mais competitivos.

Apesar do arrefecimento dos preços, o BCE destacou a resiliência da economia da Zona Euro perante incertezas externas, nomeadamente a volatilidade nos mercados cambiais e os riscos associados a novas tarifas comerciais internacionais. Christine Lagarde reiterou que as decisões futuras continuarão a ser tomadas “reunião a reunião”, dependendo estritamente dos dados económicos.

Recomendado para si