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  • 'Uma greve geral para reclamar o quê?', Luís Montenegro
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A coragem e a preparação de um bombeiro voluntário do corpo de bombeiros de Valença estiveram em destaque num voo entre o Porto e Recife, quando Rafael Machado, de 28 anos, respondeu ao apelo da tripulação e salvou a vida de um passageiro francês que apresentava sintomas de apendicite aguda. O incidente, ocorrido a bordo de um avião comercial, sublinha a importância da formação em primeiros socorros e o papel fundamental dos bombeiros voluntários em situações de emergência, mesmo fora do seu contexto habitual.

Segundo relatos, o passageiro começou a sentir dores abdominais intensas a meio do Atlântico. A tripulação pediu ajuda a bordo e Rafael Machado, bombeiro voluntário em Portugal há dois anos, prontificou-se a intervir. Utilizando os conhecimentos adquiridos, estabilizou o passageiro até ao pouso de emergência, onde este pôde receber assistência médica especializada.

De acordo com o Correio da Manhã, a tripulação do avião pediu assistência médica a bordo durante o voo. “O senhor estava sentado três lugares atrás de mim e começou a manifestar muitas dores e vómitos”, relatou Rafael Machado, que é natural do Brasil e integra há dois anos a corporação dos Bombeiros Voluntários de Valença.

Durante o episódio, o operacional colaborou com uma médica que também seguia no voo. “A médica perguntou-me se eu achava melhor o avião desviar, porque o comandante estava a questionar, e eu disse que sim, porque havia o risco de o apêndice estourar”, explicou.

Com experiência adquirida no corpo de bombeiros, Rafael Machado sublinhou que essa formação “fez toda a diferença para avaliar e auxiliar a médica” no momento da emergência. O passageiro foi posteriormente encaminhado para uma unidade hospitalar em Cabo Verde, onde recebeu os cuidados necessários.

Rafael Machado estava no avião, pois fazia a sua primeira viagem de visita à terra Natal, Recife, após quatro anos a viver em Portugal. ​​

Especialistas em segurança aérea sublinham que emergências médicas em voo não são raras: estima-se que uma em cada 600 viagens comerciais envolva situações deste género. A presença de passageiros com formação adequada pode ser decisiva. “A preparação de cidadãos comuns para responder a emergências é um recurso valioso”, afirma fonte da Associação Internacional de Transporte Aéreo.

O caso de Rafael Machado reacende o debate sobre a necessidade de reforçar a formação em primeiros socorros entre a população e de melhorar os protocolos de resposta a bordo. A sua intervenção é um exemplo de cidadania ativa e de como a prontidão pode fazer a diferença entre a vida e a morte.

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