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  • ''O VAR está a matar o futebol'', António Salvador
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Manoel Carlos Gonçalves de Almeida, um dos nomes mais influentes da história da teledramaturgia brasileira, morreu este sábado à noite, 10, no Rio de Janeiro, aos 92 anos, e deixa o país mais pobre e em lágrimas. O consagrado autor, conhecido como Maneco, enfrentava problemas de saúde relacionados com a doença de Parkinson, que se agravaram nos últimos tempos.

Manoel Carlos construiu uma carreira reconhecida pelo retrato sensível das relações humanas, transformando o quotidiano em emoção televisiva. O seu estilo intimista, centrado na família, no amor e nos dilemas morais, marcou gerações no Brasil e conquistou também o público português.

Nascido em São Paulo, a 14 de março de 1933, Manoel Carlos iniciou a sua trajetória artística ainda jovem, passando pelo teatro, cinema e televisão. Antes de se afirmar como autor, foi ator, diretor e produtor. A consagração veio na TV Globo, onde assinou algumas das novelas mais emblemáticas da história da televisão brasileira.

As suas histórias eram frequentemente ambientadas no Rio de Janeiro, sobretudo no bairro do Leblon, e destacavam-se pelo realismo dos diálogos, pela profundidade emocional das personagens e pela abordagem de temas sociais sensíveis, sempre a partir da vida privada e familiar.

Uma das marcas registadas de Manoel Carlos foi a criação de protagonistas femininas chamadas Helena, personagem recorrente em várias das suas novelas e símbolo do seu trabalho. Cada Helena tinha uma identidade própria, mas todas representavam mulheres fortes, complexas e profundamente humanas.

“Hoje, o Brasil se despede de Manoel Carlos. E com ele, uma era”, começa por chorar uma das divas da Globo, Giovanna Antonelli, de 49 anos: “Maneco não escreveu apenas novelas. Ele escreveu o quotidiano, o afeto, os silêncios, os conflitos que moravam dentro de casa. Ele transformou o simples em profundo e fez do diálogo uma arte. Tive o privilégio de fazer três novelas suas. De aprender com um autor que entendia o ator, respeitava o humano e acreditava no tempo das emoções. Trabalhar com ele era entrar num universo onde menos era mais e sentir era tudo… Época em que a novela parava o Brasil, reunia famílias, criava discussões, amores e frases eternas. Maneco escreveu mulheres inesquecíveis, amores imperfeitos, relações reais. Escreveu o Brasil urbano, sensível, contraditório e no fez espelho. Isso tudo seguirá em cada cena, em cada memória, em cada emoção que ele ajudou a construir. Obrigado por tanto.”

Entre os principais títulos da sua carreira estão ‘História de Amor’, ‘Por Amor’, ‘Laços de Família’, ‘Mulheres Apaixonadas’, ‘Páginas da Vida’ (uma nova versão portuguesa em breve na SIC), ‘Viver a Vida’ e ‘Em Família’. Estas produções tornaram-se referências da teledramaturgia, tanto pela força dos enredos como pela capacidade de dialogar com o público sobre temas universais.

Em Portugal, a obra de Manoel Carlos teve forte impacto junto do público, sobretudo através da SIC, que exibiu vários dos seus maiores sucessos ao longo dos anos 1990 e 2000. Novelas como ‘Por Amor’, ‘Laços de Família’, ‘Mulheres Apaixonadas’ e ‘Páginas da Vida’ foram transmitidas pela estação de Paço de Arcos, alcançando audiências expressivas e consolidando a ligação dos espectadores portugueses às histórias centradas na família, nos afetos e nos conflitos do dia a dia.

Sofia Alves, de 52 anos, está inconsolável com a morte de Manoel Carlos e já lhe prestou uma sentida homenagem: “Acabei de saber da partida de Manoel Carlos. Estou, neste momento, a fazer uma das Helenas que ele escreveu. Estas Helenas partilhadas em várias novelas apaixonaram os brasileiros, os portugueses e todos os países que tiveram transmissões das suas novelas. Nunca estivemos pessoalmente juntos, como devem imaginar, sinto ainda mais essa tristeza. Desejo à família as minhas sinceras condolências. Da minha parte, darei o melhor nesta sua Helena de ‘P’aginas da Vida’, que estreia brevemente na SIC.

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