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  • “Trump nem saberá onde fica o Irão”, Miguel Sousa Tavares
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Anselmo Ralph, de 44 anos, denunciou alegadas situações de uso não autorizado das músicas no Brasil e pediu ajuda aos fãs.

O cantor angolano partilhou, nas redes sociais, um ranking com as seis músicas suas mais ouvidas no Brasil, em versões interpretadas por outros artistas, sublinhando que várias dessas gravações não terão tido autorização prévia. Entre os temas destacados estão ‘Não Me Toca’ (2011), ‘O Que É Que Adianta’ (2011), ‘Curtição’ (2010), ‘Fanatismo’ (2009), ‘Primeira Vez’ (2009), e ‘Não Vai Dar’ (2007).

Apesar de reconhecer que algumas versões foram feitas com o seu consentimento, Anselmo Ralph não especificou quais as interpretações que considera autorizadas e quais as que entende configurarem utilização indevida da sua obra. Ainda assim, deixou clara a sua posição quanto ao respeito pelos direitos de autor.

“É uma honra quando as nossas obras são cantadas por outros artistas, pois quem faz arte sabe que é disso que se trata. ‘Partilha’, sim, a arte deve ser partilhada, mas torna-se uma honra ainda maior quando é feita com reconhecimento do autor. Aí meu/inha irmão/ã, como dizem no Brasil, ‘é show de bola’”, escreveu o músico angolano.

Na mesma publicação, Anselmo Ralph questionou os seguidores sobre a possibilidade de mandar retirar as versões que não foram autorizadas, recebendo maioritariamente respostas favoráveis a uma atuação mais firme na defesa da sua obra.

O caso reacende uma discussão recorrente no mercado musical brasileiro, onde é comum a adaptação de temas internacionais a ritmos locais, como o sertanejo, o forró ou o funk. No entanto, a legislação em vigor exige autorização dos autores para a reprodução, adaptação ou exploração comercial das obras, sob pena de violação de direitos de autor.

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