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  • “Um cenário dantesco de pós-catástrofe”, Gonçalo Lopes, presidente da Câmara de Leiria
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O Departamento de Justiça dos Estados Unidos divulgou esta sexta-feira, dia 30, um novo e extenso conjunto de documentos relacionados com Jeffrey Epstein, o multimilionário acusado de tráfico sexual de menores que foi detido em 2019 e morreu enquanto aguardava julgamento.

Ao todo, foram tornadas públicas cerca de três milhões de páginas, 180 mil imagens e dois mil vídeos, depois de o departamento ter falhado um prazo anterior para a divulgação integral dos ficheiros, estabelecido pelo presidente norte-americano, Donald Trump.

Entre os documentos agora revelados constam relatórios sobre o período em que Epstein esteve detido, incluindo avaliações psicológicas, bem como informação relacionada com as circunstâncias da sua morte. O material inclui ainda registos de investigações envolvendo Ghislaine Maxwell, condenada por auxiliar Epstein no esquema de tráfico sexual de menores.

O novo lote de ficheiros contém também milhares de emails trocados entre Epstein e diversas personalidades norte-americanas e internacionais, muitos dos quais datam de há mais de uma década e ajudam a mapear a rede de contatos e relações do criminoso sexual.

O nome de Donald Trump surge em várias ocasiões na documentação agora divulgada. Epstein e o presidente dos EUA mantiveram uma relação de amizade durante vários anos, embora este último tenha afirmado publicamente que ambos se afastaram antes da detenção do magnata e que desconhecia qualquer envolvimento em crimes sexuais.

Entre os documentos figura ainda uma lista compilada pelo FBI no ano passado com alegações feitas contra várias figuras públicas, incluindo Trump. As denúncias foram recebidas através da linha direta do Centro Nacional de Operações contra Ameaças e, segundo as autoridades, baseiam-se em relatos não verificados, sem provas que os sustentem.

A Casa Branca e o Departamento de Justiça sublinharam, em comunicado, que “alguns dos documentos contêm alegações falsas e sensacionalistas contra o presidente Trump”, enviadas pouco antes das eleições de 2020: “As alegações são infundadas e falsas e, caso tivessem qualquer credibilidade, já teriam sido utilizadas no contexto político.”

Outro nome que surge nos ficheiros agora divulgados é o do empresário Elon Musk. A documentação inclui trocas de emails entre o patrão da Tesla e Epstein, nas quais são discutidas possíveis visitas à ilha privada do magnata. Em mensagens datadas de novembro de 2012, Musk questiona Epstein sobre eventos ou festas no local, tendo referido, numa das respostas, que apenas viajaria acompanhado pela então mulher, Talulah Riley.

Em dezembro do mesmo ano, Musk volta a contactar Epstein, manifestando vontade de “se soltar” após um período de trabalho intenso, mencionando a possibilidade de viajar para St. Barts ou para outro destino. Em trocas de mensagens posteriores, ambos discutem datas e aspetos logísticos relacionados com uma eventual visita. Não existe, no entanto, qualquer prova de que o excêntrico empresário tenha efetivamente visitado a ilha do predador sexual.

O nome de Bill Gates, que já tinha sido associado anteriormente ao caso, volta a surgir na documentação. Um porta-voz do cofundador da Microsoft reagiu às novas alegações, classificando-as como “absolutamente absurdas e completamente falsas”. Entre os documentos constam dois emails, datados de junho de 2013, aparentemente escritos por Epstein, mas que terão sido devolvidos e cuja receção por Gates não está confirmada.

Esses emails contêm referências a uma alegada doença sexualmente transmissível, acusações que o porta-voz rejeita liminarmente, afirmando que os documentos apenas demonstram a frustração de Epstein por não manter uma relação próxima com Gates e a sua tentativa de o difamar.

Os ficheiros agora tornados públicos revelam transferências financeiras feitas por Epstein, incluindo o envio de cerca de 10 mil dólares para o brasileiro Reinaldo Ávila da Silva, marido do político britânico Peter Mandelson. Num email trocados entre ambos, o primeiro detalha custos associados a um curso de osteopatia, agradecendo qualquer apoio financeiro, ao que o predador sexual responde confirmando a transferência.

Peter Mandelson surge também em trocas de emails com Epstein, incluindo um pedido para se hospedar numa das propriedades do magnata em junho de 2009, período em que o malogrado predador cumpria uma pena de prisão com autorização para sair durante o dia.

Mandelson foi nomeado embaixador do Reino Unido nos Estados Unidos em dezembro de 2024, mas acabou demitido menos de um ano depois, na sequência da divulgação destas comunicações. O político britânico afirmou posteriormente arrepender-se da amizade com Epstein, garantindo que acreditou nas suas mentiras e nunca presenciou comportamentos ilegais.

Os documentos voltam a referir o príncipe André, filho da rainha Isabel II, através de emails trocados entre Epstein e uma pessoa identificada como ‘O Duque’, que os investigadores acreditam ser o ex-príncipe. As mensagens mencionam encontros privados e convites para conhecer uma mulher russa, em correspondência datada de agosto de 2010. Surgem igualmente referências a trocas de mensagens entre Epstein e Sarah Ferguson, ex-mulher de André, que se dirige ao magnata em tom elogioso.

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