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  • ''Não pedi, nem pedirei, para sair'', Ana Paula Martins
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A BYD ultrapassou a Tesla e tornou-se, em 2025, a maior fabricante mundial de automóveis elétricos, assinalando uma mudança relevante no equilíbrio do setor da mobilidade. Os números divulgados indicam que a empresa chinesa vendeu cerca de 2,26 milhões de modelos ao longo do ano, superando claramente a construtora norte-americana, que registou um desempenho abaixo do esperado.

A Tesla, liderada por Elon Musk, entregou aproximadamente 1,64 milhões de veículos elétricos em 2025, o que representa uma queda de quase 9% face ao ano anterior. Esta diminuição interrompeu a trajetória de crescimento contínuo da marca e refletiu um contexto mais exigente, marcado por menor procura em alguns mercados, maior concorrência e alterações nos apoios governamentais à compra de veículos elétricos.

O sucesso da BYD tem sido atribuído a vários fatores, incluindo uma forte aposta na integração vertical, com produção própria de baterias e outros componentes-chave, bem como uma oferta diversificada de modelos elétricos a preços competitivos. Esta estratégia permitiu à empresa expandir-se rapidamente não só no mercado chinês, mas também em regiões como a Europa, a América Latina e o Sudeste Asiático, reforçando a sua posição global.

Esta mudança na liderança mundial das vendas de automóveis elétricos evidencia o crescente peso das marcas chinesas no setor automóvel e a intensificação da concorrência à escala global. Para o mercado europeu e português, este cenário traduz-se numa maior diversidade de marcas e modelos disponíveis, bem como numa pressão adicional sobre preços e inovação, acelerando a transição para a mobilidade elétrica.

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