Frase do dia

  • “Paulinho é muito inteligente. Mas é preciso ter sorte para encontrar o seu lugar”, Roberto Martínez
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O dia 24 de março ficará marcado na história da medicina em Cabo Verde, como um marco histórico e um ponto de viragem no tratamento dos pacientes com Doença Renal Crónica (DRC), com a realização do primeiro transplante renal que teve lugar no Hospital Universitário Dr. Agostinho Neto (HUAN) na Cidade da Praia.

O procedimento pioneiro naquele país, que decorreu com sucesso, foi conduzido por uma equipa médica constituída por profissionais da saúde de Portugal e de Cabo Verde, sendo que o paciente transplantado foi um homem de 44 anos de idade, que recebeu um rim da sua irmã, ambos da ilha do Fogo.

Trata-se de um objetivo há muito perseguido pelo governo de Cabo Verde, através do Ministério da Saúde com a participação dos dois hospitais centrais do país (HUAN e HBS), que conta com o apoio técnico da Unidade de Transplante Renal do Hospital S. António no Porto, do Instituto Português do Sangue e da Transplantação (Unidade do Porto).

Fazer 20 transplantes até ao fim de 2026

O anúncio deste feito histórico tinha sido feito, no início do mês, pelo ministro da Saúde, Jorge Figueiredo, que adiantou ao 24Horas que o objetivo é realizar cerca de 20 transplantes renais durante o ano de 2026: “Cada transplante realizado com sucesso reduzirá substancialmente os custos com a hemodiálise, nomeadamente reduz em 50 por cento o custo da continuação de tratamento.” assegurou.

Na opinião de várias fontes ouvidas sobre o transplante renal ocorrido na Cidade da Prais, “este avanço representa um importante progresso na qualificação dos cuidados de saúde no país”, uma opinião partilhada pelo ministro da Saúde que sublinha o facto deste avanço “permitir oferecer aos pacientes com insuficiência renal crónica uma nova alternativa terapêutica, com impacto significativo na melhoria da qualidade de vida e na redução da dependência de tratamentos de diálise”

A realização deste procedimento é resultado do investimento contínuo do governo cabo-verdiano na capacitação dos profissionais de saúde, no reforço das infraestruturas hospitalares e na cooperação com parceiros nacionais e internacionais, que têm contribuído para o desenvolvimento de novas valências médicas no país.

Vêm aí mais 4 centros de hemodiálise

Refira-se a propósito que nos últimos 10 anos, o panorama do tratamento das doenças renais, sofreu um profundo avanço em Cabo Verde, com a instalação de um centro de hemodiálise na Cidade da Praia, onde o Hospital Universitário Agostinho Neto atende mais de 200 pacientes, evitando assim a evacuação para Portugal, uma prática que foi comum em Cabo Verde até então.

Este centro de hemodiálise está próximo da sua capacidade máxima, operando em 4 turnos diários durante os 365 dias do ano, pelo que o executivo cabo-verdiano projeta o rápido alargamento da sua capacidade, prevendo-se a instalação de mais 4 postos de tratamento.

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