Frase do dia

  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
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A Câmara Municipal de Lisboa aprovou, esta quarta-feira, uma proposta da liderança PSD/CDS-PP/IL que prevê a construção de oito quilómetros de novas ciclovias até ao final de 2027. O plano inclui ainda o desenvolvimento de projetos para cerca de 23 quilómetros adicionais de infraestrutura ciclável na capital.

O documento foi viabilizado com os votos favoráveis da coligação “Novos Tempos” e da vereadora independente Ana Simões Silva. Em sentido oposto, a oposição — composta por PS, Livre, Bloco de Esquerda, PCP e Chega — votou contra a iniciativa, criticando o que consideram ser uma ambição reduzida face às metas de mobilidade sustentável da cidade.

Entre as prioridades elencadas no plano está a conclusão de eixos estratégicos, com destaque para a ciclovia na Avenida da Índia, em Alcântara, cuja finalização está prevista para o primeiro semestre de 2027. A estratégia foca-se na correção de descontinuidades na rede atual e na melhoria da segurança dos percursos existentes, baseando-se em auditorias técnicas realizadas anteriormente.

A governação municipal justifica o plano com a necessidade de garantir uma execução realista e tecnicamente segura, enquanto a oposição argumenta que o ritmo de expansão é insuficiente para responder à emergência climática e às necessidades dos utilizadores.

A expansão da rede surge, contudo, num momento de tensão entre a comunidade ciclista e a autarquia. Recentemente, a Polícia Municipal de Lisboa desencadeou uma operação de remoção de bicicletas consideradas ‘mal estacionadas’, gerando uma vaga de protestos. Os utilizadores denunciam a falta de estruturas de estacionamento adequadas, contrastando a fiscalização punitiva com a escassez de oferta de parqueamento na via pública.

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